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Selecionador argentino admite ″golpe duro″ e promete equipa a ″deixar tudo″ em campo

Selecionador argentino admite ″golpe duro″ e promete equipa a ″deixar tudo″ em campo

Lionel Scaloni quer homenagear Maradona com uma vitória este sábado diante do México, em partida decisiva para a continuidade da Argentina em prova.

Lionel Scaloni admitiu esta sexta-feira que a seleção argentina sofreu um golpe duro com a derrota diante da Arábia Saudita, na primeira jornada do grupo C do Mundial 2002, mas avisa que agora "é o momento de a equipa de levantar". É assim que o selecionador da Argentina encara o decisivo jogo deste sábado com o México, no qual uma derrota ditará o adeus a uma prova onde chegou como um dos favoritos à conquista do título.

"Sofremos um golpe, mas vamos encarar este jogo como os outros que disputámos antes da partida com a Arábia Saudita", garantiu Scaloni, garantindo que os seus jogadores "vão deixar tudo em campo até ao último minuto para dar a volta a esta situação", lembrando que "há um país" com a equipa. Por essa razão, "há que demonstrar que a seleção está bem".

No dia em que faz dois anos que Diego Maradona morreu, o selecionador argentino expressou o desejo de homenageá-lo com uma vitória: "Esperamos brindá-lo amanhã [este sábado] com uma alegria se estiver a olhar por nós lá do céu. Parece mentira que já não está entre nós. Hoje é um dia triste para os argentinos, mas tudo faremos para que amanhã seja um dia mais alegre."

Outro dos temas abordados na conferência de imprensa de antevisão foi o estado físico de Lionel Messi, uma vez que surgiram notícias de que o avançado não se tinha treinado. O selecionador argentino negou e garantiu que "ele está bem". "Não temos dúvidas de que Leo está bem a nível psicológico e físico. Não há nenhum problema. E está consciente de que as cartas estão na mesa e que continuamos a depender de apenas de nós", sublinhou.

Scaloni admitiu, entretanto, fazer algumas mudanças no onze que vai enfrentar o México (19.00 horas, TVI e SportTV), optando no entanto por não revelar quais serão. O técnico reconheceu que no primeiro jogo os seus jogadores sentiram algum nervosismo, algo que considerou normal, e explicou porquê: "Com todo o respeito pelas outras seleções, não é o mesmo fazer a estreia num Mundial com a camisola da Argentina."

Refira-se que a seleção argentina apenas por três vezes foi afastada de um Mundial na fase de grupos, em 1958, 1962 e 2002.

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