rr.sapo.ptOpinião de Ribeiro Cristovão - 23 set. 07:41

A hora da verdade na Liga das Nações

A hora da verdade na Liga das Nações

Portugal depende apenas de si próprio e dos resultados que vier a alcançar, hoje contra a República Checa, em Praga, e na terça-feira no estádio Municipal de Braga, enfrentando a Espanha.

Num dos grupos mais equilibrados da Liga das Nações, Portugal, Espanha, República Checa e Suíça mantêm-se na corrida para a qualificação da Final Four, muito embora portugueses e espanhóis, dependendo apenas de si próprios, estejam mais próximos de chegar a esse almejado objetivo.

Até este momento, a seleção nacional soma um total de sete pontos, (menos um do que a Espanha), depois de ter vencido suíços e checos, empatado com os espanhóis, e sofrido a única derrota, por 1-0, com a formação helvética, então numa jornada em que os nossos jogadores estiveram muito aquém daquilo que seriam as suas possibilidades e, até, obrigações.

Estamos então agora perante dois jogos que vão definir o nosso futuro na competição: ou conseguimos chegar à final a quatro, para aí se apurar o campeão no dia 18 de Junho do próximo ano, ou ficará tudo para a próxima edição.

Portugal, apesar de uma carreira longe da perfeição, está no entanto numa situação não de todo desinteressante, ou seja, depende apenas de si próprio e dos resultados que vier a alcançar, hoje contra a República Checa, em Praga, e na terça-feira no estádio Municipal de Braga, enfrentando a Espanha.

Convenhamos que não se trata de uma tarefa fácil, sabendo-se da qualidade que possuem ambas as seleções adversárias e, com toda a lógica, das justificadas ambições de cada uma delas nesta altura.

É verdade que se é complicado defrontar os checos no seu território, parece haver alguma vantagem no jogo com os nossos vizinhos, por se realizar num estádio nosso, onde o público afluirá certamente em grande número e com o propósito de apoiar os nossos jogadores.

Fernando Santos já tem o onze na cabeça para logo à noite, mas quanto a nós subsistem algumas dúvidas. Na defesa, por exemplo, onde não pode contar com Pepe, o eixo central poderá ser formado por Rúben Dias e Danilo, este adaptado, muito embora haja ainda a possibilidade da utilização de Djaló nesse lugar.

E, a partir daí, o selecionador pode trazer-nos surpresas, como tantas vezes tem acontecido, ao longo dos anos, desde o início da vigência do mandato.

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