jornaleconomico.ptjornaleconomico.pt - 24 jun. 11:00

Crise ainda não chegou aos despedimentos coletivos

Crise ainda não chegou aos despedimentos coletivos

A inflação e a guerra já pesam nas contas das empresas, mas o número de trabalhadores a despedir ou despedidos, no âmbito de processos de despedimento coletivo, caiu, até abril. Escassez de mão-de-obra ajuda a explicar.

Apesar do impacto da inflação e da guerra nas contas das empresas portuguesas, o número de trabalhadores abrangidos por despedimentos coletivos diminuiu, nos primeiros quatro meses do ano.

Isto tanto em comparação com o mesmo período de 2021, como face aos primeiros quatro meses de 2019. Esta evolução pode ser explicada, pelo menos, em parte, indicam os economistas ouvidos pelo Jornal Económico, pela escassez de mão-de-obra, já que, uma vez que têm tido dificuldades em preencher as ofertas, os empregadores antecipam que substituir, mais tarde, os trabalhadores que dispensem agora seria uma tarefa complicada.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

NewsItem [
pubDate=2022-06-24 10:00:49.0
, url=https://jornaleconomico.pt/noticias/crise-ainda-nao-chegou-aos-despedimentos-coletivos-908839
, host=jornaleconomico.pt
, wordCount=106
, contentCount=1
, socialActionCount=0
, slug=2022_06_24_1108398480_crise-ainda-nao-chegou-aos-despedimentos-coletivos
, topics=[economia, je leitor]
, sections=[economia]
, score=0.000000]