observador.ptobservador.pt - 24 jun. 00:32

Eurovisão aponta "risco extremo de ataques aéreos " e "alto risco de mortes em massa" para justificar mudança do local da próxima edição

Eurovisão aponta "risco extremo de ataques aéreos " e "alto risco de mortes em massa" para justificar mudança do local da próxima edição

Grupo ucraniano Kalush Orchestra ganhou a edição deste ano e, normalmente, é o país vencedor o anfitrião da edição seguinte. Mas organização atribuiu cerimónia ao Reino Unido.

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Os responsáveis pela organização do festival da Eurovisão explicaram esta quinta-feira o porquê da decisão de realizar a próxima edição do festival no Reino Unido e não na Ucrânia.

De acordo com a Sky News, os organizadores apontaram “o risco extremo de ataques aéreos ” e “alto risco de mortes em massa” como fatores de peso na decisão.

Próxima Eurovisão não será na Ucrânia. Reino Unido é forte hipótese

O grupo Kalush Orchestra, da Ucrânia, ganhou a edição deste ano, realizada em Turim, em Itália. Normalmente, é o país vencedor o anfitrião da edição seguinte.

Neste caso, porém, será o segundo classificado de Turim, o Reino Unido, o anfitrião da Eurovisão de 2023. A competição de 2022 aconteceu no dia 14 de maio, e a candidata portuguesa, MARO, ficou em 9º lugar. O grupo da Ucrânia venceu a competição de música com o tema “Stefania”, naquele que é o terceiro galardão para o país nesta competição. Ruslana tinha já vencido em 2004 com o tema “Wild Dances” e Jamala em 2016 com a música “1944”.

A noite em que o coração da Eurovisão teve duas cores: azul e amarelo. Ucrânia venceu, Portugal ficou em 9.º lugar

Apesar de na votação dos júris (um por cada um dos 40 países votantes) a Ucrânia ter ficado apenas em 4º lugar, à frente de Portugal, em 5º, mas atrás de Reino Unido, Suécia e Espanha, a votação do público fez a diferença, dando a vitória ao país.

No final de maio, os Kalush Orchestra leiloaram o prémio musical por 837 mil euros, dinheiro este que serviu para ajudar o exército ucraniano.

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