www.jn.ptjn.pt - 15 jan. 17:19

Rui Pinto enfrenta outras investigações por crimes informáticos

Rui Pinto enfrenta outras investigações por crimes informáticos

Faz este domingo três anos que Rui Pinto, o criador do Football Leaks, foi detido na Hungria, ao abrigo de um mandado de detenção europeu por crimes informáticos cometidos em Portugal. Importante denunciante de crimes de colarinho branco para uns, pirata sem escrúpulos para outros, Rui Pinto está a ser julgado por ter espiado cerca de 60 caixas de emails do Sporting, da Procuradoria-Geral da República (PGR), da sociedade de advogados PLMJ e do fundo de investimento Doyen, que o acusou de tentativa de extorsão. Mas é visado em mais processos crimes que deverão levá-lo a sentar-se no banco dos réus.

Há três anos, a polícia húngara prendia Rui Pinto no modesto apartamento onde habitava em Budapeste. Lá foram apreendidos material informático contendo milhões de informações relevantes sobre casos de futebol, de corrupção, de fuga ao fisco em esquemas internacionais. A investigação da Polícia Judiciária já tinha reunido prova suficiente para lhe imputar as intrusões informáticas pelas quais está atualmente em julgamento, mas já tinha também outros casos.

A 21 de março de 2019 é extraditado para Portugal, onde ficou em prisão preventiva. Seis meses depois, tempo em que não quis colaborar com a justiça por receio de auto-incriminar-se, foi acusado de perto de 150 crimes.

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