visao.sapo.ptvisao.sapo.pt - 15 jan. 08:00

Visão | "Não Há Duas Sem Três", no LU.CA: O monólogo em rima de Catarina Requeijo

Visão | "Não Há Duas Sem Três", no LU.CA: O monólogo em rima de Catarina Requeijo

Depois de "A Grande Corrida" e "Muita Tralha Pouca Tralha", Catarina Requeijo conclui a trilogia com "Não Há Duas Sem Três". Um espetáculo para famílias no LU.CA, em Lisboa, até dia 30

Catarina Requeijo encerra esta trilogia para a infância com um regresso à feira popular. Depois de A Grande Corrida e Muita Tralha Pouca Tralha, a encenadora, intérprete e coautora, retoma o divertido monólogo “todo-o-terreno” com Não Há Duas Sem Três, para ver no LU.CA – Teatro Luís de Camões, até dia 30. “É o fechar de um ciclo iniciado em 2012, com um espetáculo simples, em rima, onde se vai acrescentando sempre alguma coisa”, diz Catarina. Embora esta seja uma continuação de narrativas anteriores, “a história pode ser vista separadamente”.

Foi há dez anos que Catarina Requeijo e Inês Barahona começaram a escrever as peripécias da tia Odete, da sobrinha Manela e do marido Alfredo. Na primeira, estreada na Fundação Gulbenkian, apresentaram a história de uma corredora de automóveis, que nunca desistia e ultrapassavam sempre os obstáculos. Em A Grande Corrida, a meio de uma prova, a protagonista (Manela) pedia ajuda à tia (Odete), mas, como esta ouvia mal, a menina acabou por ter um acidente. Depois criaram Muita Tralha Pouca Tralha, onde contavam “a versão do outro lado desse primeiro telefonema.”

Foto: Pedro Macedo

As peças de formato portátil, e sem grandes recursos técnicos, permitiram correr o País e somar mais de 80 representações. Seguindo a mesma linha, também este novo espetáculo “está desenhado para ser apresentado em qualquer sítio”. Agendada para já está a digressão pelas cidades de Évora, no mês de junho, e Almada, em outubro. Na produção, além de Catarina Requeijo e Inês Barahona, mantém-se Maria João Castelo na cenografia e nos figurinos, e junta-se à equipa Sérgio Delgado, na sonoplastia.

Nesta terceira incursão, volta a reunir-se a família para esclarecer como tudo começou, no dia em que a aventureira Manela fazia sete anos, e os tios a levaram à feira popular. Naquele lugar de tanta diversão, a pequena acaba por desaparecer, sem ninguém dar por isso. Estará no comboio-fantasma, no carrossel ou a comer uma fartura?

LU.CA – Teatro Luís de Camões > Cç. da Ajuda, 80, Lisboa > T. 21 593 9100 > 15-16, 22 e 29 jan, sáb e dom 16h30, 23 e 30 jan, dom 11h30, 16h30 > €7, €3 (crianças)

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