jornaleconomico.sapo.ptAna Pina - 15 jan. 09:56

O nosso futuro inteligente

O nosso futuro inteligente

As cidades do futuro vão existir tanto em forma física como digital e a fronteira entre as duas vai tornar-se cada vez mais ténue.

Todos os dias, em todo em lado, ouvimos falar e utilizamos Inteligência Artificial (IA). Quando usamos o computador para obter informação na internet, quando recebemos artigos e notícias que nos possam interessar no telemóvel, ou sempre que nos sentamos para ver um filme nas plataformas de streaming.

O termo foi cunhado por John McCarthy, em 1956, definindo-o como a ciência e engenharia para produzir sistemas inteligentes. A arquiteta Daniela Silva diz-nos que no futuro “iremos percorrer a cidade física, enquanto que ao mesmo tempo visitamos a cidade digital, como se se tratasse de uma camada digital sobreposta à anterior”.

Compreender esta visão de futuro inteligente implica compromisso e oportunidade. Os leitores que nasceram no século XXI estão preparados. O ano de 2022 é o momento para definir que tipo de parceria queremos ter com a inteligência artificial e a realidade que daí resulta.

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