pplware.sapo.ptpplware.sapo.pt - 14 jan. 23:00

Rolls-Royce diz que COVID-19 estimulou a venda dos seus automóveis

Rolls-Royce diz que COVID-19 estimulou a venda dos seus automóveis

A Rolls-Royce alega que a COVID-19 estimulou a venda dos seus automóveis, pois os consumidores entenderam que a vida é demasiado curta.

A pandemia prejudicou muitos setores e pôs fim a incontáveis negócios pelo mundo todo. Contudo, aparentemente, nem tudo foi mau. Afinal, a Rolls-Royce alega que a COVID-19 estimulou a venda dos seus automóveis.

Aparentemente, os consumidores entenderam que a vida é demasiado curta.

A fabricante de automóveis de luxo, Rolls-Royce, alega que a pandemia promovida pela COVID-19 estimulou os condutores mais ricos a comprar os seus carros. Isto, porque, conforme explicou, os consumidores perceberam que a vida é curta e que não deviam adiar a compra.

De acordo com o The Guardian, à medida que os casos de COVID-19 foram aumentando em todo o mundo, a Rolls-Royce Motor Cars registou o número de vendas anuais mais elevado desde o início da sua atividade, há 117 anos, tendo vendido 5.586 automóveis.

Muitas pessoas testemunharam pessoas na sua comunidade a morrer de COVID-19 e isso fê-las pensar que a vida pode ser curta e que é melhor viver agora do que adiar para uma data posterior.

Disse o CEO da Rolls-Royce Torsten Müller-Ötvös.

Além disso, revelou que a fabricante beneficiou das restrições impostas devido à pandemia, pois deu oportunidade aos consumidores, cuja idade média está nos 43 anos, de gastarem o seu dinheiro em coisas que não comprariam habitualmente.

É muito devido à COVID-19 que todo o negócio de luxo está a florescer em todo o mundo. As pessoas não podiam viajar muito, não podiam investir muito em serviços de luxo... e há muito dinheiro acumulado que é gasto em bens de luxo.

Disse o CEO da Rolls-Royce Motor Cars.

Apesar de o aumento ter sido registado globalmente, Torsten revelou que a fabricante detetou que a China e a América ocuparam os dois primeiros lugares do pódio relativamente a vendas, com 30% cada uma.

Contrariamente ao impacto que a COVID-19 teve na Rolls-Royce, o Brexit causou problemas e resultou em dificuldades para a fabricante. Isto, porque promoveu restrições à circulação e o aumento da carga administrativa da exportação – uma grande percentagem dos automóveis fabricados pela empresa é exportada.

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