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Infecções entre alunos não subiram. Vacinados com AstraZeneca ou Janssen levam Pfizer de reforço

Infecções entre alunos não subiram. Vacinados com AstraZeneca ou Janssen levam Pfizer de reforço

As principais notícias desta quinta-feira, 14 de Outubro, sobre a pandemia de covid-19.
Vacinados com AstraZeneca ou Johnson levam reforço da Pfizer

Quem foi vacinado com uma dose das vacinas da AstraZeneca ou da Johnson&Johnson e estiver elegível para uma dose de reforço, levará uma vacina da Pfizer/BioNTech. É esta a informação que consta na norma da Direcção-Geral da Saúde (DGS) relativa à vacinação, actualizada no dia 8 de Outubro.

Ainda que a “evidência científica relativa à necessidade de vacinação com doses de reforço” seja, por enquanto, limitada, “os dados disponíveis sugerem que possa apresentar um benefício na prevenção da doença grave, hospitalização e morte em populações mais vulneráveis”.

Com este pressuposto, a vacinação de reforço já avança desde dia 11, segunda-feira, junto dos residentes e utentes de Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas, como lares, e das pessoas com mais de 65 anos de idade.

Mais seis mortes por covid-19 e 777 casos em Portugal

Portugal registou na quarta-feira seis mortes devido à covid-19 e 777 novas infecções, de acordo com o boletim da Direcção-Geral da Saúde (DGS) divulgado nesta quinta-feira.

Há em Portugal 321 pessoas internadas, menos 14 do que na véspera. Destas, 56 estão em unidades de cuidados intensivos, mais duas. Há ainda 30.077 infecções activas em Portugal.

Infecções entre alunos mais novos não aumentaram no primeiro mês de aulas

Passou um mês desde o início do ano lectivo 2021/2022, com o regresso absoluto ao ensino presencial e com o levantamento de máscaras nos recintos escolares. O regresso às salas de aula não se reflectiu, no entanto, num aumento de casos nas faixas etárias mais jovens. Pelo contrário, a incidência nos grupos dos zero aos nove e dos dez aos 19 anos manteve a tendência decrescente que já se verificava desde o final de Agosto.

A faixa etária dos zero aos nove anos – a única que está completamente excluída da vacinação contra a covid-19 – é a que apresenta a maior incidência cumulativa a 14 dias, com cerca de 134 casos por 100 mil habitantes. Ainda assim, o valor diminuiu desde o começo das aulas: a 14 de Setembro, estava em 218 casos por 100 mil habitantes.

No caso do grupo dos dez aos 19 anos, a descida é muito mais acentuada, com uma redução de mais de 77% desde o primeiro dia de aulas (de 347 para 80 casos por 100 mil habitantes). E o número já havia descido para quase metade desde 1 de Setembro, quando esta faixa etária apresentava a segunda maior incidência cumulativa (623), apenas atrás do grupo dos 20 aos 29 anos (770).

Nunca as nossas casas tiveram tanta influência no bem-estar mental

A pandemia obrigou a maior parte das pessoas a passarem um tempo em casa que não era habitual. E, em termos globais, o Relatório da Vida em Casa 2021, desenvolvido pelo gigante do mobiliário Ikea, concluiu que quem se sentiu bem em casa verificou uma melhoria no seu bem-estar mental — isto apesar de o último ano, afectado pela pandemia de covid-19, ter tido um efeito negativo neste aspecto para 27% dos inquiridos.

Se o relatório anual do Ikea aponta para uma maior importância da casa nas vidas de todas as pessoas em todo o mundo, o estudo “Uma (nova) casa portuguesa, com certeza”, desenvolvido pela rede francesa Leroy Merlin, que comercializa materiais de construção, acabamento, decoração, jardinagem e bricolagem, com o olhar sobre o território nacional, conclui que isso não irá mudar tão cedo. “Para 92% dos portugueses a casa vai continuar a ser um espaço de excelência para a realização de actividades, como por exemplo, para trabalhar, praticar exercício físico, relaxar, brincar com os filhos e passar tempo com a família e amigos.”

De acordo com o mesmo estudo, que entrevistou 629 pessoas de todas as regiões em Abril deste ano, 85% dos portugueses afirmam ter passado a atribuir um papel diferente à sua casa. No entanto, apenas 45% dos portugueses sentem que a casa é um lugar onde conseguem conciliar a vida pessoal e profissional, sendo este equilíbrio mais fácil para os mais jovens.

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