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A GALP e a transição céptica que marca a campanha em Matosinhos

A GALP e a transição céptica que marca a campanha em Matosinhos

O fecho da refinaria de Leça, o despedimento coletivo e as emissões mais ou menos nocivas que sobreaquecem as eleições autárquicas. Debate. Rebate pelo lítio.

Habitação, emprego, ambiente, gestão do território, planeamento, orientação estratégica, cidade 15, mobilidade suave, sustentabilidade. Tudo linhas mais ou menos distintas em todas as candidaturas à Câmara Municipal de Matosinhos. E o assunto mais fraturante de todos: o desmantelamento da refinaria da GALP, que, em nome da transição energética, cria prejuízos calculados em 5% do PIB municipal. E ainda o receio do lítio!

No mesmo dia, esta quarta-feira, em que se formalizou o despedimento coletivo de três centenas de trabalhadores da Galp, o tema voltou a dominar a campanha eleitoral para as eleições autárquicas de 26 deste mês. Na arruada pela Avenida da República, Bruno Pereira, candidato do PSD, programou uma ação pela mobilidade e pela regeneração da política de transportes no concelho, mas o assunto que dominava a agenda do dia era outro e era incontornável.

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