ionline.sapo.ptVítor Rainho - 23 fev 08:30

Ascenso Simões. Interne-se rapidamente

Ascenso Simões. Interne-se rapidamente

O deputado Ascenso Simões, gestor de reconhecidos méritos e que deu trabalho a centenas de pessoas, escreveu ainda outras alarvidades, só próprias de quem nunca deve ter saído da AR para trabalhar.

“Temos é de matar o homem branco como sugeria o Fanon [filósofo francês]. O homem branco que nos trouxe até aqui tem de ser morto. Para evitarmos a morte social do sujeito político negro é preciso matar o homem branco, assassino, colonial e racista”, Mamadou Ba dixit. “O 25 de Abril de 1974 não foi uma revolução, foi uma festa. Devia ter havido sangue, devia ter havido mortos, devíamos ter determinado bem as fronteiras para se fazer um novo país. Construímos Abril com a bonomia que nos produz há séculos, um ser e não ser que sempre concebeu o nosso profundo atraso, uma marca histórica que não nos abriu ao risco e ao radicalismo que provoca o progresso”, Ascenso Simões, deputado do PS. Ambos os filósofos políticos acabariam por dizer que o que escreveram não podia ser lido literalmente, pois tudo não passa de uma metáfora. Fosse alguém de outra cor política a escrever algo semelhante e imagino o que se diria. Mas o deputado Ascenso Simões, gestor de reconhecidos méritos e que deu trabalho a centenas de pessoas, escreveu ainda outras alarvidades, só próprias de quem nunca deve ter saído da AR para trabalhar. 

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