expresso.ptexpresso.pt - 18 out 15:36

“Dissonâncias” no MNAC. Para fazer museu

“Dissonâncias” no MNAC. Para fazer museu

O Museu Nacional de Arte Contemporânea, em Lisboa, mostra parte das entradas que enriqueceram a sua coleção nos últimos dez anos

No campo da arte, o museu possui uma função distintiva: é uma casa da memória, importante pelas exposições que apresenta como pela coleção de que cuida. No contexto depauperado financeiramente dos museus públicos, as doações ocupam um papel fundamental na medida em que colmatam lacunas de representação de contextos históricos e sensibilidades estéticas que de outro modo permaneceriam hiatos na legibilidade do passado. Com uma vocação historicamente hesitante entre a arte moderna e a criação contemporânea, O Museu do Chiado é uma instituição que beneficia enormemente dessa generosidade de colecionadores e de artistas que em grande parte expuseram no museu.

“Dissonâncias”, um título que acusa alguma dispersão, natural numa mostra de aquisições e doações, batiza uma reunião de obras que se sustenta muito razoavelmente enquanto exposição. Organizada por núcleos, pelas curadoras Emília Tavares e Adelaide Ginga, a exposição mostra 85 obras de 45 artistas nos campos do desenho, fotografia pintura, escultura e vídeo.

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