A experiência da festa do jornal do PCP mostrou em grande medida que a música ao vivo pode regressar, mas os promotores dos maiores eventos do país traçam as devidas diferenças: não há espaço que chegue para gente suficiente - e distanciada - que pague os artistas. O regresso à normalidade é a única solução e aguarda-se: até lá, a cultura terá de continuar em ponto mais pequeno - e não pode ser deixada morrer