pplware.sapo.ptpplware.sapo.pt - 6 ago 21:50

Google eliminou cerca de 2.500 canais chineses do YouTube

Google eliminou cerca de 2.500 canais chineses do YouTube

A gigante Google eliminou cerca de 2.500 contas do YouTube, que estavam ligadas à China, por partilharem spam e desinformação.

Há mais uma história polémica que entre um popular serviço dos EUA e a China. Desta vez foi a gigante Google que eliminou cerca de 2.500 contas do YouTube que estavam ligadas ao país asiático.

De acordo com a empresa norte-americana, esta ação deve-se ao facto de as contas eliminadas servirem para partilhar desinformação na plataforma de vídeos.

Definitivamente a China está a ter dificuldades em vários segmentos tecnológicos.

Por exemplo, a Apple tem estado a eliminar constantemente aplicações chinesas que não cumprem com os requisitos impostos pelas autoridades do país asiático. Só na última ação, a empresa de Cupertino limpou mais de 30.000 programas da App Store chinesa, na sua maioria jogos.

Por outro lado temos a longa guerra entre o TikTok, da chinesa ByteDance, com o governo norte-americano, em que Donald Trump pretende mesmo banir a app de operar do país. Mas há ainda muitas outras aplicações chinesas na mira das autoridades dos EUA, para serem eliminadas.

Google apagou cerca de 2.500 contas do YouTube ligadas à China

A Google eliminou sensivelmente 2.500 canais chineses da plataforma de vídeo YouTube. De acordo com o canal Gadgets360, a gigante tecnológica de Mountain View removeu os canais no segundo trimestre deste ano, entre abril e junho. O motivo é que, na sua maioria, os canais apagados disseminavam conteúdos como spam, desinformação e material não político.

Segundo o relatório do segundo trimestre da Google, esta ação aconteceu no seguimento das investigações relacionadas com as operações de influência ligadas à China. Mas a Google não divulgou a identificação dos canais afetados nem adiantou muitos mais detalhes.

No entanto, para já, a embaixada da China nos EUA ainda não se manifestou em relação a este assunto.

Esta é, assim, mais uma ‘acha para a fogueira’ num fogo que já vai bem atiçado entre as duas potências mundiais, EUA e China.

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