expresso.ptexpresso.pt - 6 ago 16:02

O boletim da DGS à lupa: número de internados é o mais baixo dos últimos dois meses

O boletim da DGS à lupa: número de internados é o mais baixo dos últimos dois meses

O número de óbitos é o mais elevado dos últimos seis dias, enquanto os de novos infetados e recuperados são os mais elevados dos últimos cinco dias. Desde sábado que não se ultrapassava a fasquia das duas centenas de novos casos

O boletim desta quinta-feira da Direção-Geral da Saúde (DGS) contabiliza mais três mortes, 213 novos casos e mais 275 curados de covid-19 em Portugal. No total, há atualmente 1.743 vítimas mortais, 52.061 casos confirmados e 37.840 recuperados.

Duas das vítimas mortais eram da região Norte, o outro de Lisboa e Vale do Tejo. O mais novo estava entre os 50 e os 59 anos, outro acima dos 70 e a terceira vítima tinha mais de 80 anos.

Uma nova queda nos internamentos coloca o número total em 369, o mais baixo desde 8 de junho. Nas 24 horas a que se reporta o boletim da DGS, há menos 17 pessoas hospitalizadas, tantas quantas no dia anterior.

Quanto aos cuidados intensivos, houve um aumento de uma pessoa, o que faz com que estejam agora 42 internados nestas unidades, o que é exatamente a média dos últimas 11 dias.

AÇORES NOVAMENTE SEM CASOS
O número de óbitos é o mais elevado dos últimos seis dias, desde que na sexta-feira se registaram oito. A taxa de crescimento é de 0,2%.

O número de novos infetados é o mais elevado dos últimos cinco dias, mas fica abaixo do da última quinta-feira (255) e da média de julho (287,1). Desde sábado que não se ultrapassava a fasquia das duas centenas de novos casos. A taxa de aumento é de 0,4%.

O número de recuperados é o mais elevado dos últimos cinco dias (taxa de aumento face a quarta-feira de 0,7%). Fica ligeiramente abaixo do número diário médio de julho (289,6).

A registar há ainda mais um dia com zero casos nos Açores. A Madeira, com um, e o Algarve, com três, completam o pódio de regiões com menos novas infeções. Das 213, 147 tiveram lugar na região de Lisboa e Vale do Tejo (69%), enquanto 37 foram identificadas no Norte, 16 na região Centro e nove no Alentejo.

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