pplware.sapo.ptpplware.sapo.pt - 1 ago 08:00

Venda de smartphones na Europa afunda no segundo trimestre de 2020

Venda de smartphones na Europa afunda no segundo trimestre de 2020

Os dados apresentados referentes ao 2º trimestre de 2020 revelam uma queda a pique nas vendas de smartphones na Europa neste período.

Desde o final do primeiro trimestre que as vendas de smartphones estão a atravessar um período muito complicado. Com a COVID-19 e o confinamento a que esta obrigou, os consumidores perderam o interesse nestes dispositivos.

Se esta era uma realidade apenas esperada, agora a confirmação parece ter chegado. Os dados apresentados referentes a este período revelam uma queda a pique nas vendas de smartphones no segundo trimestre de 2020.

Para além dos resultados financeiros que têm estado a surgir, há mais números que foram revelados. Estes mostram inegavelmente a realidade do mercado de smartphones, de uma forma agregada e comparando os valores de vendas de cada marca e de cada fabricante.

Muitas marcas perderam nas vendas neste trimestre

A Counterpoint revelou agora as suas previsões para os diferentes mercados da Europa, bem como o agregado para esta região. Sabia-se que as vendas deveriam cair, mas os números revelados são preocupantes. A quebra foi grande e atingiu os 24% neste período.

Os dados revelam que as perdas não se limitaram a ser geográficas, mas atingiram as marcas de forma igual e ao longo do tempo. Estas viram as suas quotas de mercado diminuir de forma transversal. Surpreendentemente, a Apple, a Xiaomi e a OPPO ganharam terreno.

COVID-19 afunda smartphones na Europa

Ao olharmos para o mapa da Europa conseguimos ver de que forma as perdas foram registadas. No geral todos os países viram as vendas regredir, com várias marcas a perder. Mercados similares ao português tiveram perdas abaixo dos 20%.

No extremo oposto temos países como a Rússia ou a Alemanha, onde as perdas estiveram colocadas em valores muito elevados. No primeiro caso este valor atingiu os 27% e no segundo ficou nos 25%, valores muito elevados, mas devidamente justificados pela pandemia e pela COVID-19.

Segundo a informação da Counterpoint, este cenário está já a mudar e acabou por amenizar as perdas anteriores. O último mês foi já de retoma e atinge já valores de 35% na comparação com os meses anteriores. Mesmo sendo muito negativo, este era um cenário que era esperado, devido à COVID-19 e ao confinamento que foi obrigatório e prendeu os consumidores em casa.

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