eco.sapo.pteco.sapo.pt - 1 jul 07:05

5 coisas que vão marcar o dia

5 coisas que vão marcar o dia

Portugal leva a cabo uma emissão de dívida sindicada no dia em que são conhecidos dados sobre a evolução da dívida pública em maio, e em que é divulgada estimativa para o desemprego no mesmo mês.

O IGCP está a levar a cabo uma emissão de dívida sindicada de longo prazo no dia em que será divulgada a evolução da dívida pública em maio, após o recorde do mês anterior. Já o Instituto Nacional de Estatística (INE) avança a estimativa sobre a evolução da taxa de desemprego. O gabinete público de estatísticas em parceria com o Banco de Portugal avançam com um raio-x sobre a forma como as empresas portuguesas estão a enfrentar as consequências da pandemia. Portugal e Espanha reabrem as fronteiras terrestres encerradas por causa da pandemia.

Portugal avança com emissão de dívida sindicada

A Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública – IGCP está de volta ao mercado, estando a levar a cabo uma nova emissão de dívida sindicada que deverá ficar fechada esta quarta-feira. Esta emissão terá maturidade em 2035, ou seja, dentro de 15 anos, surgindo num contexto de grande pressão sobre as contas públicas devido à pandemia.

Dívida pública volta a bater recorde?

O Banco de Portugal (BdP) apresenta as estatísticas da dívida pública relativas a maio de 2020. Em abril, devido à pandemia e à emissão de obrigações de longo prazo, a dívida pública deu o maior salto em cinco anos. Atingiu um recorde nos 262 mil milhões de euros.

Quantas pessoas ficaram desempregadas em maio?

O INE vai divulgar esta quarta-feira os dados relativos ao número de empregados e desempregados em Portugal, referentes ao mês de abril, e apresenta uma estimativa para maio. A estimativa inicial para o mês de abril apontava para uma relativa estabilização da taxa de desemprego, nos 6,3%, onde não entram os milhares de portugueses que ficaram em lay-off.

INE e Banco de Portugal medem pulso às empresas

O INE e o Banco de Portugal voltam a fazer um raio-x à situação das empresas portuguesas face à pandemia do novo coranavírus. O último inquérito divulgado a 19 de junho mostrou que a percentagem de empresas em funcionamento subiu para 95% na primeira quinzena de junho. Ou seja, 5% das empresas ainda não tinha aberto portas.

Reabrem fronteiras entre Portugal e Espanha

Três meses e meio depois de Portugal fechar as fronteiras terrestres com Espanha, por causa da pandemia, as portas voltam a abrir-se entre os dois países vizinhos. A reabertura de portas conta com uma cerimónia com honras de Estado. Entre Caia e Badajoz estarão o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e o rei Felipe VI, de Espanha, mas também os dois chefes de Governo, António Costa e Pedro Sánchez.

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