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A reação da REN às contas e 4 outras coisas que precisa de saber para começar o dia

A reação da REN às contas e 4 outras coisas que precisa de saber para começar o dia

Esta quinta-feira a REN estará a reagir aos números anuais apresentados ontem já depois do fecho da praça lisboeta. - Newsletter Cinco Temas , Jornal de Negócios.
REN reage às contas de 2019

A REN aumentou os lucros em 2,8%, para 119 milhões de euros, no ano passado. As contas foram impulsionadas pela melhoria nos resultados financeiros e uma contribuição positiva da operação no Chile. Já a taxa de energia (CESE) fez subir a carga fiscal da empresa para 40%.

As contas foram apresentadas ontem, já depois do fecho da sessão da bolsa nacional, pelo que a empresa liderada por Rodrigo Costa estará a reagir hoje a estes números.

Cofina pede �� CMVM fim da OPA sobre Media Capital 

A Cofina requereu ontem à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), já depois do fecho da bolsa nacional, que considere extinta a oferta pública de aquisição sobre a Media Capital.

O grupo de media liderado por Paulo Fernandes, que detém o Negócios, Correio da Manhã, Record, CMTV e Sábado, entre outros títulos, indica em comunicado ter apresentado "um requerimento em que se solicita que se considere extinto o procedimento da oferta, por impossibilidade definitiva de verificação de um dos requisitos de que dependia o respetivo lançamento, e, subsidariamente, a revogação de tal oferta, por alteração das circunstâncias".

Vem aí o terceiro dia de subidas nas bolsas?

As bolsas europeias e norte-americanas prosseguiram ontem o movimento de subida já registado na véspera, com os investidores mais otimistas perante as medidas de estímulos sem precedentes por parte de governos e bancos centrais que se destinam a aliviar o impacto económico da covid-19 nas empresas e nas famílias – nomeadamente os estímulos monetários e orçamentais extraordinários por parte da Europa e dos Estados Unidos.

No entanto, tudo muda num instante e assim o demonstra a forte volatilidade que se vive atualmente nos mercados. A evolução do número de casos e impacto da covid-19 continuará a ser seguida com atenção pelos investidores, que nos EUA já se preparam para um enorme aumento dos pedidos de subsídio de desemprego nos dados que vão ser hoje revelados.

A poder pressionar a negociação desta quinta-feira está a não aprovação dos estímulos no valor de dois biliões de dólares, já que os líderes republicano e democrata no Senado norte-americano ainda procuravam ontem à noite (01:00 de quinta-feira em Lisboa) resolver um impasse de última hora que estava a impedir a aprovação de um conjunto de medidas destinadas a empresas, trabalhadores e sistemas de saúde afetados pela covid-19.

Banco de Inglaterra volta a reunir-se

O Banco de Inglaterra (BoE) mantém agendada para esta quinta-feira a sua reunião de política monetária.

Esta deveria ser a primeira de Andrew Bailey, que substituiu Mark Carney à frente do banco central britânico em março. Não pôde, no entanto, esperar pela reunião ordinária, e já teve de fazer dois cortes extraordinários dos juros, tendo também lançado um programa de compra de ativos. A taxa de referência está atualmente nos 0,1%.

Novos indicadores económicos em foco

O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulga as estatísticas de rendas da habitação a nível local no segundo semestre de 2019.

Ainda na Europa, teremos também os dados relativos à confiança dos empresários em França neste mês de março e vendas a retalho de fevereiro no Reino Unido.

Nos EUA, destaque para o PIB do quarto trimestre e para os números dos pedidos de subsídio de desemprego na semana passada, sendo que as estimativas dos economistas inquiridos pela CNN apontam para mais um milhão de pessoas – o que, a acontecer, será o maior número alguma vez registado. O número pode até ser mais elevado, com o Goldman Sachs a prever que possa ter atingido mais de dois milhões de pessoas e o Economic Policy Institute a apontar para 3,4 milhões de novos pedidos de subsídio de desemprego.

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