expresso.ptexpresso.pt - 15 fev 00:00

Apostar na segurança e no ambiente

Apostar na segurança e no ambiente

A evolução tecnológica e, sobretudo, a disseminação da internet, tem vindo a acarretar preocupações crescentes com a privacidade, a transparência e segurança dos dados dos utilizadores mas também com a sustentabilidade.

Quando faz uma reserva de hotel ou um pagamento online já se questionou sobre o destino dos dados pessoais e financeiros introduzidos? Com a entrada em vigor, em 2018, em todos os estados-membros da União Europeia, do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados, também conhecido pelo acrónimo RGPD, todos os prestadores de serviços da EU dos mais variados setores de atividade, onde o Turismo se inclui, ficaram obrigados ao seu cumprimento. Neste âmbito, todos os estabelecimentos, desde a mais simples agência de viagens, aos hotéis, restaurantes ou companhias de transporte, entre outros, deverão ter uma política de privacidade e uma proteção de dados pessoais efetiva e do conhecimento dos seus clientes alicerçada em tecnologias de informação e comunicação.

Com um setor de Turismo português em franca expansão e com vários modelos de negócio em ascensão centrados no online e na mobilidade, alguns em plena transformação para o digital, os desafios são ainda maiores. Um deles está em modernizar os Sistemas de Backend, ou seja, na prática, os bastidores de um site onde todos os dados estão armazenados e são geridos, facilitando e tornando mais seguros processos como reservas e pagamentos online, registos de estadas e dados de cartões de crédito. Como? Com o recurso, por exemplo, a Data Centers e a modelos de Gestão em Cloud (computação na nuvem) como o Software as a Service (SaaS), Platform as a Service (PaaS) ou Infrastructure as a Service (IaaS), entre outros, que fazem com que esses processos sejam não só mais seguros como eficientes e, com isso, potenciar os negócios.

Nuno Trindade

Eficiência e sustentabilidade com a internet das coisas

Sabia que as aplicações IoT (Internet das Coisas) vão favorecer uma gestão de recursos, como energia ou água, mais eficaz e contribuir positivamente para o aumento da sustentabilidade ambiental? De facto, a tecnologia é não só uma aliada de peso da eficiência do negócio como indissociável de uma sustentável utilização dos recursos disponíveis. Imagine-se jardins e outros espaços verdes, bem como campos de golfe por exemplo, munidos com sistemas de gestão de eficiência energética e das regas assentes em soluções IoT. Os ganhos são de curto e médio/longo prazos, entre os quais se pode destacar a definição de alertas de consumo, com correlação de diferentes eventos e evidenciando possíveis disrupções, bem como a minimização de impactos ambientais e económicos, reduzindo os consumos e os custos operacionais.

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