expresso.ptexpresso.pt - 14 fev 18:24

Mértola. Como transformar um celeiro num centro de investigação pioneiro a nível mundial

Mértola. Como transformar um celeiro num centro de investigação pioneiro a nível mundial

A Estação Biológica vai juntar transferência de conhecimento para a região, combate à desertificação e alterações climáticas, museu da biodiversidade do Vale do Guadiana, residências para cientistas e visitantes e divulgação ao público

Estão abandonados há 40 anos e encontram-se em processo de crescente degradação, mas têm um impacto único na paisagem da margem do rio Guadiana em frente ao núcleo histórico da vila de Mértola. São os antigos celeiros da EPAC, comprados pela Câmara Municipal, mas têm finalmente um destino à altura da sua imponência: vão ser transformados na Estação Biológica de Mértola.

É um projeto pioneiro a nível mundial liderado pela autarquia e pelo Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO) da Universidade do Porto, onde trabalham mais de 400 cientistas. E vem reforçar a identidade deste concelho do interior do Baixo Alentejo na conservação e valorização do seu património. Só que desta vez não é o património histórico e arqueológico que pôs Mértola no mapa turístico e científico internacional, graças ao trabalho do arqueólogo Cláudio Torres, mas antes o património natural e de paisagem.

Este é um artigo exclusivo. Se é assinante clique AQUI para continuar a ler. Para aceder a todos os conteúdos exclusivos do site do Expresso também pode usar o código que está na capa da revista E do Expresso.

Caso ainda não seja assinante, veja aqui as opções e os preços. Assim terá acesso a todos os nossos artigos.

1
1