O caso não é inédito mas é incomum e complexo o suficiente para ter suscitado a atenção pública. Ângela Ferreira quer mudar a lei para poder engravidar de marido que morreu em 2019, mas se há quem duvide de que sejam feitas alterações legislativas “por causa de um caso concreto”, e até concorde com isso, há quem pense de forma contrária. “Não consigo encontrar uma única justificação ética para que a lei não mude”, diz ao Expresso Rui Nunes, presidente da Associação Portuguesa de Bioética