desporto.sapo.ptdesporto.sapo.pt - 14 fev 15:49

"Capitães não se portaram bem". Alexandre Godinho defendeu Bruno de Carvalho no Tribunal de Monsanto

"Capitães não se portaram bem". Alexandre Godinho defendeu Bruno de Carvalho no Tribunal de Monsanto

Antigo vice-presidente do Sporting prestou depoimento como testemunha abonatória no julgamento que decorre no Tribunal de Monsanto....

Antigo vice-presidente do Sporting, durante a presidência de Bruno de Carvalho, Alexandre Godinho prestou na tarde desta sexta-feira depoimento no tribunal de Monsanto, na 30ª sessão do julgamento da invasão à Academia de Alcohecete.

O ex-dirigente leonino começou por recordar a reunião de 7 de abril de 2018, após a derrota sofrida em Madrid, frente ao Atlético, para a Liga Europa. "A reunião foi solicitada pelos jogadores e teve lugar no estádio. Houve uma troca de acusações entre atletas e administração e algumas situações mais chatas, nomeadamente com os capitães. Ele não se portaram bem. O William acusou o presidente de ter dado ordem para partirem os seus carros e o Rui Patrício foi insolente", recordou.

Alexandre Godinho abordou, depois, os dias que antecederam a invasão à Academia por parte dos adeptos. "A 15 de maio rebenta o caso Cashball. Estávamos reunidos por causa disso e, quando a notícia saiu, ninguém percebeu o que se estava a passar", recordou, explicando que, nesse momento, Bruno de Carvalho terá sido informado que Jorge Jesus lhe tinha dito para não ir à Academia.

Jogadores de Hóquei e Andebol falam de boa relação com Bruno de Carvalho

Antes de Alexandre Godinho tinham falado João Pinto, antigo jogador de hóquei do Sporting, e Carlos Carneiro, antigo capitão da formação de andebol dos 'verdes e brancos', que recordaram a relação que tinham com o então presidente Bruno de Carvalho.

João Pinto, que ex-agora atua nos italianos do Lodi e que prestou depoimento por videoconferência, recordou que Bruno de Carvalho "tinha uma relação familiar com os jogadores de hóquei. Era uma relação de proximidade. Ficava feliz com as vitórias e triste com as derrotas como os jogadores".

Já Carlos Carneiro referiu que Bruno de Carvalho transmitia uma "cultura de exigência", enquanto líder e que "nos maus momentos tentava ver o que faltava para melhorar", acrescentando que o plantel de andebol teve, na altura, "três ou quatro reuniões com ele".

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