www.jornaldenegocios.ptjornaldenegocios.pt - 16 jan 07:30

A Jerónimo Martins acima do preço-alvo e 4 outras coisas que precisa de saber para começar o dia

A Jerónimo Martins acima do preço-alvo e 4 outras coisas que precisa de saber para começar o dia

A Jerónimo Martins esteve ontem a capitalizar os números das suas receitas de 2019, que aumentaram 7,5% face ao ano precedente, e que ontem levaram a retalhista a negociar acima do preço-alvo médio fixado pelos analistas que fazem a cobertura da dona do Pingo Doce. Manterá hoje a tendência de subida? Também os CTT poderão estar a reagir com agrado ao reforço do Norges Bank no seu capital. - Newsletter Cinco Temas , Máxima.
Jerónimo Martins acima do preço-alvo pela primeira vez desde setembro

As ações da Jerónimo Martins escalaram ontem 3,66% para os 15,85 euros, um máximo de quase dois anos. Com esta subida, a retalhista superou o preço-alvo médio fixado nos 15,52 euros pelos analistas que cobrem a empresa – o que não acontecia desde a semana de 23 de setembro passado.

Além da valorização robusta, a liquidez de negociação foi também superior ao normal, num dia em que foram negociadas 2.975.120 ações, o que compara com a média diária de 825.027 ações nos últimos seis meses. Tratou-se da oitava sessão consecutiva de ganhos para a empresa liderada por Pedro Soares dos Santos, que eleva para mais de 10% a subida acumulada em 2020. 

A motivar a subida esteve a apresentação das receitas do grupo, que mostraram um aumento de 7,5% face ao ano anterior para os 18,6 mil milhões de euros.

Norges Bank continua a reforçar no capital dos CTT

O Norges Bank, que gere o fundo soberano da Noruega e é o maior investidor do mundo, voltou a reforçar no capital dos CTT, tendo passado a controlar 4,21% do capital da empresa dos correios.

No início da semana foi anunciado que o Norges Bank tinha superado pela primeira vez a fasquia dos 4%, com uma participação qualificada de 4,05%. Agora está ligeiramente acima, sendo que posição detida através de ações até baixou para 1,7%, mas a de controlo através de instrumentos financeiros subiu para 2,51%.

Wall Street imparável com acordo EUA-China

As bolsas do outro lado do Atlântico voltaram ontem a marcar novos máximos históricos durante a sessão, impulsionadas pela assinatura do acordo comercial parcial entre Washington e Pequim.

Quando começaram a ser conhecidos os termos do acordo, os ganhos em Wall Street perderam gás mas não retiraram os índices de terreno positivo. Na sessão de hoje, essas cláusulas continuarão a ser avaliadas e digeridas pelos investidores.

JPMorgan apresenta contas

Prossegue nos Estados Unidos a apresentação de resultados da banca. Depois de o JPMorgan e o Citigroup terem aberto na terça-feira a época de divulgação dos números do quarto trimestre da banca norte-americana, e de no dia seguinte ter sido a vez do Goldman Sachs e do Bank of America, hoje será o JPMorgan a reportar as suas contas.

Fora dos EUA, destaque também esta quinta-feira para a apresentação dos resultados do quarto trimestre da Taiwan Semiconductor.

Vendas a retalho nos EUA e inflação na Alemanha

Os Estados Unidos deverão reportar esta quinta-feira um crescimento das vendas a retalho em dezembro. Segundo as estimativas dos economistas consultados pela Bloomberg, o indicador deverá ter acelerado 0,3% no último mês do ano, com a economia norte-americana a continuar a ser suportada pelo aumento dos rendimentos e pelo mercado laboral robusto no país.

Ainda nos EUA, hoje teremos também a divulgação dos números relativos aos pedidos de subsídio de desemprego na semana passada.

Na Europa, destaque para os dados da inflação na Alemanha em dezembro.

1
1