rr.sapo.ptrr.sapo.pt - 16 jan 11:14

Imagem peregrina da Sagrada Família percorre Diocese de Vila Real

Imagem peregrina da Sagrada Família percorre Diocese de Vila Real

D. António Augusto Azevedo, bispo da diocese transmontana, colocou os jovens e as famílias como as grandes prioridades pastorais.

Uma imagem peregrina da Sagrada Família está a percorrer os arciprestados da Diocese de Vila Real.

A iniciativa, promovida pelo Secretariado Diocesano da Pastoral Familiar, visa “motivar” e “congregar” todas as famílias à volta do ícone da família de Nazaré.

“A família precisa, como nunca, de ser evangelizada e de encontrar os fundamentos da sua vocação segundo o plano de Deus”, refere o Secretariado Diocesano da Pastoral Familiar e “com esta peregrinação pretende-se que a Sagrada Família inspire o modo de viver das famílias, cultivando a simplicidade de vida, a fé viva e operante e o compromisso missionário na Igreja e no mundo”.

O plano da pastoral familiar que a Diocese de Vila Real quer desenvolver ao longo do ano contempla a criação de equipas da pastoral familiar nas paróquias e nos arciprestados e tem o seu ponto alto a 26 de abril, com a celebração do Dia Diocesano da Família.

“Mais do que organizar um evento, importa gerar processos que nos conduzam por novos caminhos, na fidelidade ao Evangelho e à Missão que Cristo nos confia”, refere o diretor do Secretariado Diocesano da Pastoral Familiar, padre Manuel Queirós, realçando que “a pastoral familiar tem hoje uma importância central na vida e ação das comunidades cristãs, pois foram muitas e grandes as mudanças que se deram na sociedade e na Igreja”.

E, segundo o sacerdote, “a Igreja pode ser vista como uma família de famílias”.

“Com esta designação poderemos entender melhor que a Igreja é mãe, que nos gerou para a fé e nos acompanha no percurso da nossa vida”, explica o diretor do Secretariado Diocesano da Pastoral Familiar, acrescentando que “ser Igreja exige de nós uma atitude de abertura e acolhimento ao outro que, naturalmente, é diferente de nós em feitio e ideias”.

“Por outro lado, a vida, com os seus acontecimentos, é muito mais bela e rica, quando podemos compartilhar as alegrias e as tristezas, os sonhos e as esperanças”, observa o sacerdote.

“Sendo uma família de famílias, na Igreja convivem várias gerações de fiéis – avós, filhos, netos – e isso é uma riqueza extraordinária. Nesse sentido, é necessário ter presente que todos merecem a nossa atenção particular, pois todos têm necessidades e dons específicos. Amar e cuidar são palavras-chave quer na família, quer na Igreja”, conclui o sacerdote.

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