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Amor e política – 2

Amor e política – 2

O líder que renuncia ao amor é incapaz de sacrificar o seu interesse pessoal para servir o interesse geral, é incapaz de tomar sobre si os cuidados da colectividade como um todo, do bem comum, ou do comum proveito - Opinião , Sábado.
O amor é a base de toda a boa política. É o que sustenta uma sociedade decente, baseada na justiça, no respeito e na dignidade. A política como uma forma de amor está presente em tudo o que faz de nós homens e mulheres livres. O inimigo principal das ditaduras é o amor. Ou, como dizia Tocqueville, é o amor pela liberdade.

Onde existe subjugação, opressão e abuso da força não existe amor. O amor é contra todas as formas de exploração, é a favor de regimes democráticos e o mais igualitários possível. Quando se preocupa verdadeiramente com as necessidades das pessoas, sobretudo as mais frágeis, as que são perseguidas e privadas dos seus direitos mais elementares, quando procura criar condições para a paz e a segurança, quando nos protege contra o ódio e o medo, a fome e a miséria, a política é, rigorosamente, uma forma de amor. capa Assine já a Sábado digital por 1 euro para ler este artigo no ePaper ou encontre-o nas bancas a 27 de novembro de 2019.
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