expresso.ptexpresso.pt - 10 nov 10:53

Nova geração de CEO vai ter de continuar a apertar custos

Nova geração de CEO vai ter de continuar a apertar custos

Aí está a ditadura dos custos, dos juros negativos e da escalada das comissões

Foram os últimos a chegar ao topo dos bancos nacionais, iniciaram a liderança tendo a recuperação pela frente, mas, com o Banco Central Europeu a esmagar a fonte de receitas, não se vão conseguir libertar da ditadura do corte de custos. Pablo Forero, presidente do BPI, assumiu-o esta semana: “Fica cada vez mais difícil. Com a compressão que temos na receita, é mais difícil gerir o cost-to-income.”

Este indicador mede o peso dos custos no produto bancário. E, admite o banqueiro espanhol, essa gestão tem, agora, “de ser feita pelo lado dos custos”. Na verdade, também os presidentes do BCP e do Santander Totta partilham da mesma ideia: baixar custos é para continuar. Como vão fazê-lo é uma incógnita. No passado foi centrado sobretudo na redução de pessoal e de agências. O Santander, que fechou mais de 100 balcões nos últimos 12 meses, pretende continuar a juntar sucursais, em especial nos centros urbanos — o preço do imobiliário está a dificultá-lo.

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