expresso.ptexpresso.pt - 12 out 14:23

Nobel da Química. Como as baterias de lítio conquistaram o mercado

Nobel da Química. Como as baterias de lítio conquistaram o mercado

As primeiras baterias foram vendidas em 1991, mas só agora o Nobel chega aos seus inventores

A Academia Sueca atribui, por vezes, prémios Nobel a investigadores que fizeram descobertas tão específicas que acabam por ser de difícil compreensão para o público, apesar do seu impacto na sociedade. Mas nos galardões de 2019 anunciados esta semana aconteceu o contrário, a começar pelo Nobel da Química, atribuído a três cientistas pela invenção das baterias de iões de lítio: o japonês Akira Yoshino, o britânico Stanley Whittingham e o americano John Goodenough.

Toda a gente as conhece, porque fornecem energia aos dispositivos de eletrónica portátil que usamos diariamente para comunicar, trabalhar, estudar, ouvir música ou procurar conhecimento, como telemóveis, tablets ou laptops. E permitiram o desenvolvimento de carros elétricos com uma autonomia que se está a aproximar dos carros convencionais, bem como armazenar energia de fontes renováveis.

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