blitz.ptblitz.pt - 14 jul 05:54

Hoje como há 20 anos. Chemical Brothers e as eternas geografias da dança no NOS Alive

Hoje como há 20 anos. Chemical Brothers e as eternas geografias da dança no NOS Alive

Dupla britânica encerrou o grande palco do festival de Algés com a habitual efervescência

Três anos depois de subirem àquele mesmo palco, os Chemical Brothers encerraram a edição deste ano do NOS Alive com a habitual descarga de eletrónicas e clássicos que atravessam gerações. A história da dupla com o público português alonga-se pelas últimas duas décadas - quem se lembra do memorável concerto no pó do Sudoeste em 1999? - e quem fica à espera até altas horas para os ver já sabe o que lhe espera: uma boa dose de batidas e jatos de som disparados em todas as direções.

Poucos meses depois de editarem "No Geography", um disco que marcou uma espécie de regresso às origens, Tom Rowlands e Ed Simons transformaram o recinto do Passeio Marítimo de Algés numa discoteca a céu aberto, integrando temas novos, como um gélido 'Free Yourself' ou um perigoso 'MAH', num alinhamento cravejado com os hinos de sempre.

O velhinho 'Hey Boy, Hey Girl', irrompe, discreto, bafejado por uma nova vida, e 'Galvanize', sempre um dos picos das atuações da dupla, são recebidos em êxtase, mas o cruzamento entre 'Star Guitar' e 'Temptation', dos conterrâneos New Order, traz consigo um mui apreciado fator surpresa. Os Chemical Brothers, atuem em que palco actuarem, são sempre um portento em palco. Esta noite não foi exceção.

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