visao.sapo.ptvisao.sapo.pt - 12 jun 15:37

Criança presa numa boia gigante foi resgatada já longe da costa

Criança presa numa boia gigante foi resgatada já longe da costa

Rapaz de 8 anos foi arrastado por ventos fortes quando brincava numa boia insuflável, em forma de unicórnio, numa praia da Califórnia

Declan O'Connor começou por ser arrastado para o mar por uma onda, quando brincava na areira de uma praia da ilha de Oak, na Carolina do Norte, EUA. Depois, os ventos fortes fizeram o resto e, no momento em que o pai o tentou resgatar, já o menino estava a quase 800 metros da costa. A criança, de apenas 8 anos, conseguiu manter-se agarrada ao pescoço e à cabeça do unicórnio insuflável até uma equipa conseguir resgatá-la, cerca de 15 minutos depois.

Tony Young, o responsável pelo resgate local, confessou-se surpreendido ao canal de televisão WWAY: "Nós resgatámos dezenas destas coisas [boias] ao longo dos anos, mas esta foi a primeira vez que houve um menino preso a uma delas", e reconheceu que pode ser difícil para os pais controlarem este tipo de situações porque acontece tudo muito rápido e "num piscar de olhos", os miúdos ficam demasiado longe para serem alcançados.

Só esta equipa, já resgatou 6 boias deste tipo, com cerca de 1,80 m de altura e 1,80 m de largura, o suficiente para caberem duas crianças, e frequentemente vendidas em lojas perto da praia ou na própria praia.

A equipa de resgate da ilha deixou numa publicação no Facebook algumas dicas de segurança para evitar situações semelhantes: "Todos sabemos que as boias têm potencial para serem perigosas, seja na piscina ou no oceano. Algumas praias permitem o seu uso, enquanto outras não. Como também sabemos, a própria água pode ser perigosa. Certas coisas como coletes salva-vidas, a supervisão de adultos e habilidades de sobrevivência na água ajudam a reduzir o perigo da água de modo geral".

"Pelo que ouvimos, parece que havia uma supervisão adequada no local. As testemunhas disseram que aconteceu em apenas alguns segundos. Às vezes as coisas acontecem tão rapidamente que estar a poucos metros de distância não é suficiente para evitar uma emergência. Apenas alguns segundos é tudo o que é preciso", explicam.

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