observador.ptEduardo Sá - 9 jun 20:56

Querido pai

Querido pai

O que não faz sentido, neste momento em que a “versão autoritária” do pai e a “versão submissa” da mãe estão em grande mudança, é que um e outro se “rendam” a um novo (pequeno) chefe de família

“ que, à conta dos pais estarem com dificuldades em acertar num novo formato de autoridade, faça com que as crianças mandem, muitas vezes, nos pais. Muito mais do que deviam! E que se ache que é porque o pai “desconhece” os filhos e por ele não saber qual é o seu papel na família que faltam regras e educação a muitas crianças.

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