visao.sapo.ptvisao.sapo.pt - 14 mai 11:50

Portugueses lideram compra de casas de luxo

Portugueses lideram compra de casas de luxo

Remax Collection vendeu nove casas por dia no segmento mais alto. Nacionais asseguraram mais de 60% das transações, seguidos dos brasileiros e franceses

O negócio das casas de luxo está bem e recomenda-se e os portugueses estão cada vez mais ativos neste mercado. Números da Remax Collection, marca do segmento mais alto do universo Remax, mostram que os clientes nacionais foram os principais investidores em 2018, tendo sido responsáveis pela aquisição de 61,7% dos imóveis Collection transacionados o ano passado.

A Remax Collection, que lidera este mercado, registou 3.389 transações, um aumento de 43,1% face ao ano anterior, num volume global na ordem dos 820 milhões de euros. Ou seja, por dia, foram vendidas nove casas de luxo, em média, através desta rede imobiliária.

Na segunda posição no top dos melhores clientes do luxo surgem os brasileiros com 9,15%, os franceses com cerca de 5,30% e os espanhóis (3,60%) cada vez mais ativos no mercado tendo já ultrapassado mesmo os ingleses (2,80%), cada vez mais longe dos tempos em que eram a principal clientela estrangeira em Portugal.

O facto de os portugueses continuarem a afirmar-se como os principais compradores neste segmento premium, só vem demonstrar que os ativos imobiliários são vistos como um investimento seguro em detrimento de produtos financeiros”, sublinhou, em comunicado, Beatriz Rubio, CEO da Remax Portugal.

Relativamente à distribuição, parte importante do mercado Collection é o distrito de Lisboa, em que de destacam os concelhos de Oeiras e Cascais. Tal como em 2017, para além de Lisboa, Porto, Setúbal e Faro continuam a ser os distritos mais representativos do interesse e atenção dos investidores nacionais e internacionais.

Os resultados da Remax mostram ainda que o tipo de imóvel preferido pelos investidores continua a ser o apartamento, representando 76% do volume de transações, o equivalente a 63,6% do total de volume de negócio. Já as moradias, que em 2017 representaram cerca de 17,1% do volume de transações da marca e 21,9% do volume de negócios total, viram a sua procura aumentar acima de um p.p., mas em imóveis de cinco assoalhadas.

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