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The Royal Rawness, em Lisboa: Um hino ao café de especialidade

The Royal Rawness, em Lisboa: Um hino ao café de especialidade

Marvila tem um novo café para os verdadeiros apreciadores da bebida, com uma torrefação própria de lotes selecionados, e uma ementa de comida orgânica e saudável: o The Royal Rawness
A marca The Royal Rawness foi lançada há um ano, em Marvila, primeiro com uma torrefação instalada num armazém, agora com um café cheio de luz, na praça central do bairro lisboeta 1 / 7

A marca The Royal Rawness foi lançada há um ano, em Marvila, primeiro com uma torrefação instalada num armazém, agora com um café cheio de luz, na praça central do bairro lisboeta

O café tem wi-fi e, em breve, terá também uma esplanada 2 / 7

O café tem wi-fi e, em breve, terá também uma esplanada

Os baristas da The Royal Rawness têm anos de experiência e trabalham com as máquinas expresso Modbar, da marca italiana La Marzocco 3 / 7

Os baristas da The Royal Rawness têm anos de experiência e trabalham com as máquinas expresso Modbar, da marca italiana La Marzocco

Na lista, há expresso (€1), flat white (€2,70), dois shots de expresso com leite e espuma de leite e café de filtro (€3) 4 / 7

Na lista, há expresso (€1), flat white (€2,70), dois shots de expresso com leite e espuma de leite e café de filtro (€3)

Para trincar ao longo de todo o dia, há ovos mexidos servidos com abacate em pão da Gleba, panquecas, bowls de fruta e cereais e alguns menus de brunch, com opções saudáveis 5 / 7

Para trincar ao longo de todo o dia, há ovos mexidos servidos com abacate em pão da Gleba, panquecas, bowls de fruta e cereais e alguns menus de brunch, com opções saudáveis

Neste momento, têm disponível café do Brasil, de Ruanda, da Indonésia, da Etiópia e da Colômbia 6 / 7

Neste momento, têm disponível café do Brasil, de Ruanda, da Indonésia, da Etiópia e da Colômbia

A seleção de lotes e a torra ficam nas mãos do brasileiro Henrique Fay de Morais, head roaster da casa, que trabalhou como barista na Austrália e que agora se dedica a comprar café de diferentes origens 7 / 7

A seleção de lotes e a torra ficam nas mãos do brasileiro Henrique Fay de Morais, head roaster da casa, que trabalhou como barista na Austrália e que agora se dedica a comprar café de diferentes origens

“O mercado português está agora a acordar para o café de especialidade.” Quem o diz é Paulo Pinho, um viciado assumido em café, conhecedor da área e responsável pelo The Royal Rawness. A marca foi lançada há um ano, em Marvila, primeiro com uma torrefação instalada num armazém, onde montaram um laboratório de experimentação, e agora com um café cheio de luz, na praça central do bairro lisboeta, para onde trouxeram toda a maquinaria. “O objetivo é ter a torra, as máquinas para os baristas conseguirem tirar um café perfeito e as coffee shops.” Esta é a primeira de dez que pretendem abrir em três anos.

E porque o café aqui é levado muito a sério, a seleção de lotes e a torra ficam nas mãos do brasileiro Henrique Fay de Morais, head roaster da casa, que trabalhou como barista na Austrália e que agora se dedica a comprar café de diferentes origens – neste momento, têm do Brasil, de Ruanda, da Indonésia, da Etiópia e da Colômbia. “O primeiro passo é o cupping [degustação], como se estivéssemos numa prova de vinhos. Daí escolhemos os cafés que vamos trazer”, explica Henrique. Os baristas da casa têm anos de experiência e trabalham com as máquinas expresso Modbar, da marca italiana La Marzocco, que, de acordo com Paulo, “tem 80% do mercado mundial de café de especialidade”. Mas o que torna este café especial é um género de fórmula matemática que combina aquilo a que chamam “perfil da torra” com o “perfil da moagem” e uma receita final com o número de gramas (de grãos) de cada dose versus o tempo de extração na máquina. “Isto influencia o perfil do café”, garante Henrique. Pode testá-lo, por exemplo, num expresso (€1), num flat white (€2,70), nos dois shots de expresso com leite e espuma de leite ou num café de filtro (€3).

Para trincar ao longo de todo o dia, há ovos mexidos servidos com abacate em pão da Gleba (€7), panquecas (a partir de €6), bowls de fruta e cereais (a partir de €6) e alguns menus de brunch (a partir de €8), com opções saudáveis, nos quais os hortícolas da Jungle Concept, um projeto de hidroponia de Marvila, estão em destaque. O café tem wi-fi – “os nómadas são bem-vindos”, diz Paulo – e, em breve, terá também uma esplanada.

The Royal Rawness > Pç. David Leandro da Silva, 2, Lisboa > T. 21 136 7922 > seg-sáb 9h-18h

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