eco.sapo.pteco.sapo.pt - 17 abr 10:14

Quando a Arte transforma a experiência de consumo

Quando a Arte transforma a experiência de consumo

Viagem sensorial de Patrick Shearn reforça posicionamento do Freeport Lisboa Fashion Outlet.

A instalação de arte cinética assinada pelo artista Patrick Shearn inspira-se na histórica relação de Portugal com o mar e promete uma viagem sensorial, no Freeport Lisboa Fashion Outlet.

“Dream Waves” é a segunda fase da colaboração entre o artista e o centro, traduzindo-se, desta vez, numa gigante onda azul e branca que percorre o espaço de forma orgânica, desde a entrada até à praça central. Conhecido pelas instalações sensoriais de arte pública que desenvolve e com que procura criar experiências únicas e efémeras, o artista é também reconhecido internacionalmente por projetos para o filme Jurassic Park, por trabalhos que envolvem arte e som para o Walt Disney Concert Hall e pelas instalações criadas para festivais de música, como o Coachella ou o Burning Man.

“Andávamos à procura de um artista que nos proporcionasse um lado mais experiencial e encontrámos no Patrick o parceiro ideal. Sentimos que o feedback das pessoas tem sido muito positivo – primeiro com a obra “School Of Breeze” e agora com a “Dream Waves”. Tem sido muito gratificante observar as diferentes reações dos nossos visitantes quando se deparam com obras de arte desta dimensão. Queremos tirar partido da vantagem que temos em ser um espaço ao ar livre e apostar em experiências diferenciadoras, que elevem a experiência do visitante a um outro nível e que despertem emoções e boas memórias”, explica Catarina Tomaz, diretora de marketing da Via Outlets Portugal.

A obra quer desafiar os sentidos tendo como objetivo proporcionar uma experiência semelhante à que se tem debaixo de água, como explicou o artista na apresentação: “Pretendo capturar o vento como se se tratasse do movimento das ondas do mar a rebentar junta da costa. Sempre me impressionei com a força da natureza e quis que todos os meus trabalhos da série Skynet transpusessem isso mesmo. Nadar entre as ondas do mar sempre foi uma sensação mágica. O meu desejo com a ‘Dream Waves’ é que o público do Freeport possa experienciar essa sensação, através do movimento e leveza das peças incluídas na obra”.

A obra de arte efémera que liga o espaço envolvente à inovação e à arte contemporânea é uma das maiores esculturas cinéticas exibidas na Europa e traz uma nova dimensão à estratégia de posicionamento do Freeport. “O Freeport posiciona-se como um centro premium, com uma oferta diferenciada no qual incluímos o serviço e o próprio espaço enquanto área de lazer e bem-estar. Nesse sentido a arte vem reforçar o eixo experiência, que pretendemos ver cada vez mais desenvolvido e integrado de forma íntima” começa por explicar a responsável de marketing acrescentando que a estratégia passa por proporcionar “a melhor experiência de compra aos visitantes”.

Em 2017 o Freeport investiu cerca de 20 milhões de euros numa remodelação que alterou desde a arquitetura do espaço, trouxe novas aberturas de lojas, novos espaços para lazer, procurando através da valorização do espaço uma fidelização e um posicionamento alinhado com aquilo que é hoje o novo perfil de consumidores. A arte enquanto eixo estratégico reforça a vontade de valorizarem a experiência do cliente.

“A arte tem tido um papel fundamental nessa estratégia, graças à sua possibilidade de criar experiências sensoriais e boas memórias a quem nos visita. É por isso que acreditamos que estas colaborações artísticas contribuem para que possamos proporcionar a todos os nossos visitantes uma experiência única e memorável que os faz querer voltar. Um investimento que está alinhado com um conjunto de serviços diferenciadores e de qualidade que oferecemos e que, num todo, suportam uma estratégia de investimento e crescimento a nível global”, reforça Catarina Tomaz.

A “Dream Waves” está patente até ao verão e, segundo a diretora de marketing da Via Outlets Portugal, é o tipo de iniciativas que permite criar um vínculo emocional entre as pessoas e as marcas. “Na base de sucesso de um outlet estão as marcas de referência e a vantagem preço. Mas para construirmos uma ligação mais forte, e tendo em conta a multiplicidade de oferta disponível em termos de canais e acessibilidade, acompanhado pelas estratégias comerciais cada vez mais competitivas, não nos podemos ficar por esta base, mesmo que sólida. Para tal é preciso criar diferenciação e, no nosso caso, acreditamos que passa por apostar na costumer experience”.

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