eco.sapo.pteco.sapo.pt - 14 fev 08:00

Hoje nas notícias: professores, cativações e florestas

Hoje nas notícias: professores, cativações e florestas

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

O ministro das Finanças decidiu apertar as cativações das verbas nos serviços públicos, para uma cativação única de 30%. Outros ministros estão de saída, para integrar a lista do PS às europeias, o que leva a uma remodelação do Governo. A tomada de posse dos novos membros do Executivo deverá acontecer na próxima segunda-feira. Já Capoulas Santos avançou com uma medida para majorar os custos com operações de limpeza ou gestão das florestas para efeitos de IRC ou IRS, de forma a diminuir o imposto final. Pelas escolas, os professores ponderam formas de financiar a greve, e alertam para que, se o Governo não marcar negociações, alguns alunos fiquem sem aulas no terceiro período. Veja estas e outras notícias que marcam as manchetes nacionais.

Depois do crowdfunding, professores querem fundo para greves

Numa altura em que é muito discutida a forma como os enfermeiros financiam a greve, através de uma plataforma de crowdfunding, os professores aparecem com uma ideia diferente. Fundos criados dentro das escolas, com quotizações entre os professores, é o plano delineado, segundo indica o secretário-geral da Fenprof. Os professores alertam ainda que, caso as negociações com o Governo não sejam marcadas no segundo período letivo, novas formas de luta podem deixar os alunos do 12º ano sem aulas no terceiro período. Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago).

Líder da UGT acusa os ministros de “desrespeito”

O secretário-geral da UGT reconhece que existe “algum mal-estar” entre a UGT e o Governo, porque “a posição” da central sindical “está a incomodar” o Executivo. Em entrevista ao Público e à Renascença, Carlos Silva defende que o país vive “um sobressalto cívico e sindical” e a culpa é do Governo que “alimentou expectativas acima das suas possibilidades”. O responsável defende que “há uma convergência do mundo sindical e compete ao Governo perceber o que está em cima da mesa”.E admite que vê com preocupação a greve dos enfermeiros. Leia a notícia completa no Público (acesso pago).

Centeno agrava cativações do Estado

O Governo apertou as cativações das verbas dos serviços públicos. Em vez de cativar 15% da verba transferida do Orçamento do Estado (OE) para os serviços públicos e outra de 15% na receita própria dos mesmos, passou a fazer uma cativação única de 30% sobre o montante transferido, como forma de controlar a despesa. O novo método de cativação foi comunicado aos ministérios no início deste mês pela Direção-Geral do Orçamento (DGO). Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago).

Novos ministros tomam posse segunda-feira

Vem aí mais uma remodelação do Governo, e os novos ministros deverão tomar posse na tarde de segunda-feira, adiantam o Público e a Sábado. Na base desta mudança está a nomeação de Pedro Marques, ministro do Planeamento e Infraestruturas, e Maria Manuel Leitão Marques, da Presidência e Modernização Administrativa para a lista de candidatos socialistas ao Parlamento Europeu. Deverá ser Pedro Nuno Santos, atual secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, que sobe a ministro das Infraestruturas, pasta que poderá ainda conjugar com a Habitação. Já Mariana Vieira da Silva pode ser a escolha para substituir o secretário. Marcelo deve receber no dia anterior a lista com os nomes das pessoas que vão assumir funções. Leia a notícia completa na Sábado (acesso pago).

Limpeza das florestas vai dar descontos nos impostos

Os gastos com atividades que contribuírem para a defesa da floresta contra os incêndios vão ver um aumento da majoração para efeitos de IRC ou IRS no valor de 40%. O objetivo deste incentivo, inscrito numa portaria do ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Luís Capoulas Santos, é subir o valor dedutível, baixando o imposto final. Limpezas, reflorestações, certificações ou planos de gestão florestal, conduzidas por empresas ou por proprietários individuais, que exerçam diretamente uma atividade económica de natureza silvícola ou florestal, são algumas das operações incluídas nesta majoração, que tem efeito a partir de 1 de janeiro deste ano. Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

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