tek.sapo.pttek.sapo.pt - 14 jan 12:34

Lenovo mantém primeira posição na venda de PCs pelo 2º trimestre consecutivo

Lenovo mantém primeira posição na venda de PCs pelo 2º trimestre consecutivo

Lenovo é líder mundial pelo 2º trimestre consecutivo A Lenovo mantém e reforça o estatuto de maior fabricante do Mundo de PC’s atingindo uma quota ...

Os resultados relativos às vendas de computadores pessoais no quarto trimestre de 2018 são ainda preliminares mas revelam que o mercado continua a descer, perdendo 3,7% num ano e fixando-se nas 68,1 milhões de unidades. Mesmo assim os números são melhores do que a IDC tina antecipado, já que previa perdas de 4,7% nas vendas de desktops, notebooks e workstations.

Este é o segundo trimestre consecutivo em que a Lenovo consegue o primeiro lugar no top de fabricantes este ano, isto apesar dos desafios reconhecidos pela IDC neste trimestre, que resultaram de um reforço de stocks no terceiro trimestre devido à antecipação do impacto no acesso a processadores que resulta da "guerra" comercial entre os EUA e a China.

"O quarto trimestre é tipicamente orientado para as promoções de consumo que ajudam a tornar este trimestre o maior do ano, mas a confluência de eventos em 2018 levou ao menos crescimento sequencial desde 2012. Mesmo assim o mercado teve um melhor desempenho do que era esperado, com o refrescamento do mercado de PCs empresariais dinamizado pelo fim do Windows 7 em janeiro de 2020", refere a IDC.

A Lenovo foi uma das cinco empresas que cresceu no último trimestre do ano, com as operações nos EUA a recuperar apesar da pressão crescente por parte da HP e da Dell em algumas regiões. A liderança do mercado conseguida pelo segundo trimestre consecutivo foi conquistada à HP que perdeu 3,2% nas vendas. No total do ano a HP continua à frente, mas com uma diferença pequena.

Mercado de computadores regista o maior crescimento desde 2014 na zona EMEA Ver artigo

A Apple manteve a quarta posição com 7,2% do mercado mas uma quebra de 3,8% face a 2017, enquanto a Acer ocupou o quinto lugar com 6,7% das vendas, mas perdendo também 8,5%.

A IDC destaca ainda as diferenças regionais, referindo que todas as regiões, menos os Estados Unidos, excederam as previsões, apesar da Ásia/Pacífico ter desafios relacionados com o ambiente comercial difícil na China. Na Europa o crescimento foi negativo no último trimestre pela primeira vez no último ano e meio.

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