blitz.sapo.ptblitz.sapo.pt - 14 jan 18:07

Super Bock Arena abre no Porto no primeiro semestre do ano

Super Bock Arena abre no Porto no primeiro semestre do ano

O renovado espaço, que não deixa 'cair' a designação Pavilhão Rosa Mota, vai dotar o Porto da capacidade de receber eventos destinados a um máximo de 8 mil pessoas

O renovado Pavilhão Rosa Mota irá reabrir no primeiro semestre deste ano. Será agora uma sala capaz de receber eventos até 8 mil pessoas denominada Super Bock Arena - Pavilhão Rosa Mota.

Dotada de infraestruturas tecnológicas para acolher eventos culturais, desportivos e empresariais, a Super Bock Arena - Pavilhão Rosa Mota marca uma nova etapa do antigo pavilhão desportivo, que se encontrava em avançado estado de deterioração.

As obras começaram no final de 2017 e estarão concluídas, adianta-se, até ao final de junho. A apresentação pública está marcada para fevereiro. O investimento é orçado em 8 milhões de euros, levado a cabo por um consórcio constituído pelas empresas Lucios e PEV Entertainment (a mesma que produz o festival MEO Marés Vivas), que venceu o concurso público lançado pela Câmara Municipal do Porto há cinco anos.

Localizado nos Jardins do Palácio de Cristal, o pavilhão com a configuração que hoje se mantém (e que será conservada), foi construído nos anos 50 do século XX. Batizado de Pavilhão dos Desportos, mudou de designação em 1991, sendo-lhe atribuído o nome de Rosa Mota, a atleta portuense vencedora da Maratona nos Jogos Olímpicos de Seul, em 1988. O nome da atleta olímpica mantém-se na atual designação depois de uma primeira proposta que pedia a alteração total ter sido rejeitada pelo Presidente da Câmara, Rui Moreira.

Ao longo dos anos, além de eventos desportivos, aí tiveram lugar espetáculos musicais de nomes como Blondie, Dream Theater, James, Diana Krall, Cabaret Voltaire ou A Certain Ratio.

A exploração do novo equipamento pelo atual consórcio acontecerá por um período de 20 anos. A Câmara ficará com a possibilidade de utilizar o espaço em determinadas datas e receberá quatro milhões de euros do concessionário durante a vigência do contrato, sendo que depois do término do mesmo o pavilhão ficará novamente nas mãos da Câmara do Porto.

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