www.sabado.ptleitores@sabado.cofina.pt (Sábado) - 10 nov 05:00

O quase, quase na Taça de Portugal

O quase, quase na Taça de Portugal

Quantos clubes portugueses chegam à final e caem no último instante? Onze, dos quais três até são repetentes. - Opinião , Sábado.

Se o texto aqui ao lado é sobre os clubes quase, quase na I Divisão e sem qualquer experiência entre os grandes, o cantinho de hoje é relativo aos clubes quase, quase com uma Taça de Portugal no seu currículo.

E quê? Há histórias formidáveis, como a do Barreirense: duas finais igual a duas derrotas, ambas no prolongamento. Uma com o Benfica em 1930, outra com o Sporting em 1934. Espante-se, é o Barreirense quem marca primeiro em ambos os casos. E se o Benfica resolve a coisa com três heróis (3-1), ao Sporting basta-lhe Soeiro, autor de um póquer (4-3).

Outro exemplo fascinante de dupla participação e zero vitórias, é o do Rio Ave (FC Porto, 1984; Benfica, 2014). Tal como o Atlético (Sporting, 1946; Benfica, 1949).
E o charme da II Divisão? Também mora lá, tanto nas Salésias (8-0 do Benfica ao Estoril em 1944, na célebre tarde dos cinco golos de Rogério Pipi) como no Jamor (2-1 do FC Porto ao Chaves, já a caminho da 2ª B, em 2011).

Para rematar, os finalistas entre clubes sem qualquer final: Estrela-Farense em 1990 (finalíssima com golos de Ricardo mais Paulo Bento) e Beira Mar-Campomaiorense em 1999 (resolve Ricardo Sousa, filho do treinador António). A pontaria de uns é o quase, quase dos outros

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