jornaleconomico.sapo.ptFilipe Alves - 14 set 00:20

Confiança no futuro

Confiança no futuro

O Jornal Económico nasceu há dois anos, com pessoas que em comum tinham apenas o sonho de criar um jornal de economia diferente. Mais independente, não-alinhado com os diferentes poderes e realmente focado em servir o leitor.

O Jornal Económico nasceu há dois anos, como evolução do OJE, cuja equipa foi reforçada com três dezenas de profissionais vindos do extinto “Diário Económico” e de outros meios. Nasceu assim de uma fusão de culturas, com pessoas que em comum tinham apenas o sonho de criar um jornal de economia diferente. Mais independente, não-alinhado com os diferentes poderes e realmente focado em servir o leitor.

Dois anos depois, esta é uma boa altura altura para darmos a conhecer os nossos resultados.

Em primeiro lugar, falemos do nosso jornalismo. O nosso trabalho está à vista e fala por si. Não esquecendo que é sempre possível melhorar, temos procurado fazer jornalismo independente, isento e rigoroso, porque só assim poderemos oferecer informação com valor aos nossos leitores. Foi este o compromisso que assumimos com os nossos leitores quando lançámos este projeto.

Hoje, não só mantemos esse compromisso como pretendemos reforçá-lo com mais jornalismo de investigação, novos conteúdos exclusivos para assinantes, melhor análise e um maior enfoque em temas do interesse do nosso público-alvo. Tudo isto sem nunca perder de vista que,  na era das redes sociais e das fake news, o jornalismo só terá razão de existir se for realmente útil ao seu público. Se servir para outros fins, cedo ou tarde definha e morre.

Em segundo lugar, os nossos números. Segundo os últimos dados da Marktest, sem ter em conta os suplementos dos jornais generalistas, a edição impressa do JE é agora a publicação de economia com mais audiência em Portugal, com uma média de 2,1%, ou 179 mil leitores por edição, mais do que concorrentes que existem há muitos anos.

A circulação quase triplicou desde 2016, para cerca de seis mil exemplares em agosto. E o lançamento da plataforma JE Leitor, em fevereiro, permitiu um forte impulso nas assinaturas digitais, que já passaram a fasquia das três mil. São números muito positivos, tendo em conta que somos uma publicação especializada. Fomos, além disso, uma das raríssimas publicações de âmbito nacional que viram as audiências e a circulação aumentarem em 2017 e 2018.

No online, os números são também positivos, com uma média de quatro milhões de visitas por mês, 1,7 milhões de utilizadores únicos e um reach estimado de 850 mil pessoas, o que nos coloca entre os principais sites de economia.

Continuamos a lançar novos projetos e estamos a preparar a criação de um canal web, o JE TV, com conteúdos que serão transmitidos no site do JE, nas redes sociais (400 mil seguidores) e no portal SAPO, chegando assim a milhões de potenciais telespectadores. Estamos preparados para o futuro: mais do que um semanário, o JE é hoje uma marca de informação multiplataforma, com uma equipa 100% integrada, que trabalha no papel, no online e no multimédia.

Por fim, na frente financeira, acreditamos que conseguiremos atingir o breakeven no final deste ano, assegurando assim a sustentabilidade e a independência do nosso projeto. Pois sem sustentabilidade não é possível ser independente.

Estes resultados não seriam possíveis sem o trabalho de uma equipa excecional, que, nos vários departamentos do JE, conseguiu alcançar o que muitos julgavam impossível. Estes heróis da vida real, cujos nomes estão no rodapé desta página, ensinaram-me uma grande lição nestes dois anos: quando colocamos Amor naquilo que fazemos, nada é impossível.

É em nome dessa equipa, que tenho a honra de representar, que agradeço a confiança e a preferência dos nossos leitores, do nosso parceiro SAPO e dos nossos anunciantes. Contem connosco.

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