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Sindicato contesta números avançados pelo SESARAM relativamente à greve dos técnicos de diagnóstico e terapêutica

Sindicato contesta números avançados pelo SESARAM relativamente à greve dos técnicos de diagnóstico e terapêutica

O vice-presidente da delegação regional do sindicato diz que "basta ir aos serviços" para verificar que a adesão à greve ultrapassa os dados avançados pelo Serviço regional de Saúde. O sindicalista diz que não foram feitas muitas análises e exames.

“Nem pensar. Basta ir aos serviços para ver que a adesão à greve ultrapassa esses dados do Serviço Regional de Saúde (SESARAM)”. Esta foi a reacção de Fernando Zorro, vice-presidente da delegação regional do Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores de Saúde para as áreas de Diagnóstico e Terapêutica avançados pelo SESARAM que dava conta de uma adesão de 30%, nos cuidados hospitalares, e de 32%, nos cuidados primários, no turno da manhã.

O sindicalista volta a confirmar uma adesão à greve entre os 75% e os 80% de adesão, no turno da tarde, tal como tinha acontecido na parte da manhã, dos técnicos de diagnóstico e terapêutica. “Entre os serviços mais afetados estão as análises clínicas e a radiologia por serem serviços com maior fluxo”, diz Fernando Zorro.

Este números no entanto apresentam uma discrepância face aos avançados pelo SESARAM. Fernando Zorro contesta os dados. “Não conseguimos fazer um enquadramentos dos números avançados pelo SESARAM”, explica.

“Nem pensar. Basta ir aos serviços para ver a adesão à greve. Muitas colheitas e exames não foram feitos”, reforça o sindicalista.

Fernando Zorro clarifica que os números avançados pelo sindicato “são aqueles que os colegas nos fazem chegar”. O vice-presidente da estrutura sindical acrescenta que a adesão à greve “ultrapassa os dados fornecidos pelo SESARAM” apesar de ressalvar que estão em vigor serviços mínimos.

Em termos de balanço à greve Fernando Zorro realça que “é positivo”.

Entre as reivindicações desta greve, que é nacional, está a revisão da carreira, a tabela salarial, e a progressão na carreira. Fernando Zorro realça que nestes assunto o Governo Regional tem “pouca acção de manobra” e apela a que República resolva estes assuntos.

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