eco.pteco.pt - 14 jun 17:47

A tarde num minuto

A tarde num minuto

Não teve tempo de ler as notícias esta tarde? Fizemos um best of das mais relevantes para que fique a par de tudo o que se passou, num minuto.

O BCE anunciou esta quinta-feira que vai reduzir as compras de dívida pública na Zona Euro para 15 mil milhões de euros por mês a partir de setembro, se a inflação estiver robusta. Estímulos terminam no final do ano. Os investidores interessados na Caixa Geral de Depósitos (CGD) em Espanha e na África do Sul vão agora ser convidados a apresentar propostas vinculativas.

O Banco Central Europeu (BCE) vai reduzir as compras de dívida pública na Zona Euro de 30 mil milhões de euros para 15 mil milhões de euros por mês a partir de setembro, isto se a taxa de inflação estiver em linha com o seu objetivo. Depois disso, o programa de estímulos monetários terminará no final do ano. Já os juros vão continuar em mínimos históricos até ao verão do próximo ano.

A venda da Caixa Geral de Depósitos (CGD) em Espanha e na África do Sul entrou na fase final. O Governo decidiu esta quinta-feira, em Conselho de Ministros, dar mais um passo neste processo de alienação, permitindo que os potenciais compradores apresentem agora propostas vinculativas.

O CaixaBank BPI colocou duas novas empresas portuguesas na lista de ações ibéricas preferidas. A Jerónimo Martins e a Nos são as novas representantes nacionais na core list do banco de investimento, juntando-se à Sonae e à Sonae Capital que já integravam o ranking dos dez títulos eleitos para a Península Ibérica. As cotadas nacionais ganham assim espaço entre as preferidas da instituição financeira na região.

Carlos Gomes da Silva continua a destacar-se na relação com os investidores. O CEO da Galp Energia conquistou novamente o galardão na edição deste ano do Extel Survey. A empresa que lidera também venceu, assim como a equipa de investor relations (IR). O prémio de melhor CFO escapou à petrolífera: foi para o BCP.

Começou na casa dos oito mil milhões de euros, passou para mais de nove mil milhões e já vai em 11 mil milhões de euros. É esse o valor que se estima que vá custar toda a organização do Campeonato do Mundo de Futebol de 2018, que arranca esta quinta-feira com o jogo de abertura entre a Rússia e a Arábia Saudita.

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