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O retrato da associação Montepio nos últimos anos em seis gráficos

O retrato da associação Montepio nos últimos anos em seis gráficos

O Montepio divulgou alguns números, em base individual, da sua actividade em 2017. Ficam, ainda, por conhecer os números consolidados do grupo, juntando no balanço todas as empresas, e que revelam a situação líquida. Foi aí que se detectou o buraco, depois tapado pelo bónus fiscal.
Associados recuam A tensão à volta do Montepio tem afastado associados. Pelo segundo ano, o número de membros cai, estando distantes dos 660 mil que Tomás Correia queria ter como associados no final de 2017. Receitas Recuperam Em 2015, no pós-BES, deu-se uma grande quebra das receitas associativas do Montepio. O valor nunca foi recuperado, pese embora o crescimento expressivo que teve lugar no ano passado. Lucros inÉditos com IRC O Montepio teve prejuízos inéditos em 2015, pela ajuda que deu à sua caixa económica. Em 2017, com o fim da isenção, e apuramento de activos por impostos diferidos, o lucro disparou. Património melhora A situação do Montepio deteriorou-se quando injectou dinheiro na caixa, melhorando com os créditos fiscais apurados. Na base consolidada, os capitais próprios eram negativos em 2015 e 2016. Cobertura melhora O grau de cobertura das responsabilidades do Montepio, rácio que mede o peso dos fundos, reservas e provisões matemáticas face às provisões técnicas caiu em 2016, mas recuperou em 2017. Activo instável A evolução do activo do Montepio, em que está em destaque a caixa económica, tem vindo a oscilar ao longo dos últimos anos. A mutualista não divulgou o número de 2017, apenas a evolução.
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