observador.ptobservador.pt - 15 nov 11:18

Não basta ser smart, é preciso ser inteligente

Não basta ser smart, é preciso ser inteligente

O Huawei Mate10 Pro promete a melhor experiência de inteligência artificial alguma vez oferecida por um smartphone, inaugurando uma nova era de dispositivos móveis inteligentes.

Nos aeroportos, o número de pessoas que perdem o voo porque tiveram de voltar atrás para apanhar o telefone esquecido continua a aumentar. Também não restam dúvidas de que podemos esquecer-nos de muita coisa quando saímos de casa, inclusive das chaves, mas nunca do telemóvel. Estudos indicam que, entre os objectos essenciais no dia a dia, o smartphone ocupa o topo da lista.

É considerado o dispositivo com mais utilizações, facto comprovável pela progressiva substituição de leitores de música, notebooks, televisores e até carteiras pelos smartphones que, como defendem alguns especialistas, serão no futuro uma extensão do nosso corpo. Isto cria novas exigências ao nível das capacidades de processamento e da gestão de energia, levando a indústria a procurar soluções tecnológicas que permitam criar equipamentos mais rápidos e eficientes.

Na linha da frente deste desafio, a Huawei acaba de lançar o Mate10 Pro com as capacidades de inteligência artificial mais avançadas de sempre. Tudo graças ao revolucionário processador Kirin 970 que suporta um sistema de aprendizagem inteligente, capaz de assimilar os comportamentos dos utilizadores. Na prática vai compreender o que cada utilizador faz, como e quando faz, passando a prever o modo como é utilizado o smartphone para que este tenha um desempenho melhor, mais rápido e mais eficiente.

A maioria dos consumidores já se habituou a siglas como CPU (Central Processing Unit), onde se integra o processador, e GPU (Graphics Processing Unit) que designa genericamente a placa gráfica. O Kirin 970 estreia no mercado uma NPU (Neural-network Processing Unit) com arquitetura inovadora que lhe dá a capacidade de aprender através de circuitos de rede neural. Funciona como um cérebro artificial que interage com a CPU e com a GPU para permitir um desempenho 25% superior quando comparado com os atuais processadores. É um valor que impressiona, mais ainda quando verificamos que este chip é 50% mais eficiente em termos de consumo e gestão da energia.

A inteligência artificial do Huawei Mate10 Pro faz dele uma poderosa ferramenta de trabalho que oferece a tradução, em tempo real, mais rápida do mundo. Isto é possível graças ao software IA Accelerated Translator que pode ser utilizado em qualquer circunstância, mesmo sem ligação à internet. Para ter uma ideia das capacidades de processamento neste capítulo, o Mate10 Pro é três vezes mais rápido a correr a mesma aplicação. Ou seja, precisa de apenas 20 segundos para executar uma tarefa que demora um minuto em smartphones convencionais.

No capítulo da fotografia, vai ser muito difícil tirar fotos desfocadas. A inteligência artificial também facilita o reconhecimento de cenários e objetos em tempo real, eliminando a tarefa de seleccionar modos de exposição para melhorar a captura. A câmara identifica a imagem que estamos a focar, activando o modo mais adequado à cena ou objecto fotografado. Ao mesmo tempo analisa as condições ambientais e ajusta os parâmetros para obter fotos perfeitas, mesmo em condições de fraca luminosidade. A câmara de lente dupla foi desenvolvida pela Leica e é composta por dois sensores fotográficos. O principal é a cores com 12MP e estabilização óptica da imagem, o secundário é monocromático com uma resolução de 20MP, como já acontecia no modelo P10.

O Mate 10 Pro incorpora o sistema Android 8.0 Oreo, a par do próprio software da Huawei, o EMUI 8.0 (Emotion User Interface) que inclui uma série de recursos úteis para trabalhar em mobilidade, especialmente desenvolvidos a pensar numa utilização profissional. A marca descreve-o como um desktop de bolso, uma vez que pode ser conectado a um monitor externo para ampliar o ambiente de trabalho, slideshows ou qualquer outra aplicação no ecrã. O utilizador pode assim trabalhar no display externo enquanto usa o smartphone como rato e teclado Bluetooth® ao mesmo tempo.

Tudo isto é suportado por uma bateria de 4000mAh que, segundo a fabricante, permite 48 horas de vida útil sem preocupações, graças também aos recursos de inteligência artificial que permitem aprender e tipificar padrões de utilização, melhorando o desempenho e a eficiência. A recarga também é mais rápida do que nunca, graças à função SuperCharge que garante 58% da capacidade da bateria em apenas meia hora, ou seja, metade do tempo exigido por alguns concorrentes. O sistema de gestão inteligente consegue alocar recursos com precisão, reduzindo o desperdício de energia, ao passo que aumenta a vida útil da bateria.

Mais pró-ativo do que reativo, o novo Huawei promete também pôr termo à “fadiga do dispositivo”, conhecida como um dos problemas mais comuns nos smartphones que se tornam progressivamente mais lentos e chegam mesmo a deixar de responder.

Por fora, o Huawei Mate10 Pro também representa um salto de gigante em relação aos antecessores, exibindo um corpo de vidro curvo sem arestas e um ecrã de seis polegadas, Full HD com tecnologia OLED e HDR. A resolução de 2160 x 1080 permite-lhe gráficos em formato 18:9 com excelente qualidade e fluidez.

Durante a fase de lançamento, a marca oferece aos primeiros clientes o Moleskine Smart Writing Set, com uma clutch, que permite a interacção entre o dispositivo digital e o famoso bloco de notas manuais.

Conteúdo produzido pelo Observador Lab. Para saber mais, clique aqui.
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