www.jornaldenegocios.ptjornaldenegocios.pt - 18 jul 07:52

Resultados da Ericsson voltam a ficar aquém do esperado

Resultados da Ericsson voltam a ficar aquém do esperado

A fabricante sueca viu as suas vendas descerem quase 8% nos três meses terminados em Julho. Os resultados vão levar o CEO a acelerar o corte de custos na empresa.

Os resultados da Ericsson relativos ao segundo trimestre deste ano foram inferiores ao esperado pelos analistas, colocando em destaque os desafios enfrentados pelo CEO Borje Ekholm, que assumiu o cargo há seis meses com o objectivo de reanimar o negócio da fabricante sueca de equipamentos de telecomunicações.

Segundo os dados revelados pela empresa esta terça-feira, 18 de Junho, nos três meses terminados em Julho, as receitas caíram 7,8% para 49,9 mil milhões de coroas suecas (cerca de 5,2 mil milhões de euros), quando os analistas apontavam, em média, para 50,7 mil milhões.

Já o resultado operacional ajustado de 300 milhões de coroas (31,4 milhões de euros) ficou aquém das estimativas de 1,7 mil milhões.  

"Não estamos satisfeitos com o nosso desempenho, com o declínio constante das vendas e o aumento das perdas", afirmou Ekholm, em comunicado citado pela Bloomberg. "À luz das actuais condições de mercado, estamos a acelerar as acções planeadas para reduzir custos".

A fabricante sueca tem enfrentado sérias dificuldades perante a desaceleração dos gastos das operadoras móveis e a concorrência de empresas como a chinesa Huawei Technologies e a finlandesa Nokia.

A empresa já anunciou que vai acelerar os cortes de custos para alcançar uma meta de 10 mil milhões de coroas por ano até 2018. Ekholm também informou que a Ericsson irá cancelar mais de mil milhões de dólares em contratos de serviços não lucrativos.

Em Outubro do ano passado, a Ericsson anunciou prejuízos de 233 milhões de coroas suecas no terceiro trimestre, tendo sido a primeira vez em quase quatro anos que a fabricante apresentou contas negativas. Dias depois da divulgação das contas, Borje Ekholm foi nomeado CEO e 'chairman' da empresa, em substituição do então CFO Jan Frykhammar que, desde Julho, ocupava a posição de presidente executivo, depois da saída de Hans Vestberg.

Na sessão de ontem, as acções da Ericsson desceram 2,17% para 60,95 coroas suecas. 

Os resultados da Ericsson relativos ao segundo trimestre deste ano foram inferiores ao esperado pelos analistas, colocando em destaque os desafios enfrentados pelo CEO Borje Ekholm, que assumiu o cargo há seis meses com o objectivo de reanimar o negócio da fabricante sueca de equipamentos de telecomunicações.

Segundo os dados revelados pela empresa esta terça-feira, 18 de Junho, nos três meses terminados em Julho, as receitas caíram 7,8% para 49,9 mil milhões de coroas suecas (cerca de 5,2 mil milhões de euros), quando os analistas apontavam, em média, para 50,7 mil milhões.

Já o resultado operacional ajustado de 300 milhões de coroas (31,4 milhões de euros) ficou aquém das estimativas de 1,7 mil milhões.  

"Não estamos satisfeitos com o nosso desempenho, com o declínio constante das vendas e o aumento das perdas", afirmou Ekholm, em comunicado citado pela Bloomberg. "À luz das actuais condições de mercado, estamos a acelerar as acções planeadas para reduzir custos".

A fabricante sueca tem enfrentado sérias dificuldades perante a desaceleração dos gastos das operadoras móveis e a concorrência de empresas como a chinesa Huawei Technologies e a finlandesa Nokia.

A empresa já anunciou que vai acelerar os cortes de custos para alcançar uma meta de 10 mil milhões de coroas por ano até 2018. Ekholm também informou que a Ericsson irá cancelar mais de mil milhões de dólares em contratos de serviços não lucrativos.
Em Outubro do ano passado, a Ericsson anunciou prejuízos de 233 milhões de coroas suecas no terceiro trimestre, tendo sido a primeira vez em quase quatro anos que a fabricante apresentou contas negativas. Dias depois da divulgação das contas, Borje Ekholm foi nomeado CEO e 'chairman' da empresa, em substituição do então CFO Jan Frykhammar que, desde Julho, ocupava a posição de presidente executivo, depois da saída de Hans Vestberg.

Na sessão de ontem, as acções da Ericsson desceram 2,17% para 60,95 coroas suecas. 

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