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Quando os países atacam empresas

Quando os países atacam empresas

Os media falam e publicam notícias sobre cibersegurança, as empresas são bombardeados com produtos e sistemas de cibersegurança. Às vezes tenho a sensação que se fala de mais de cibersegurança. Mas de facto tornou-se um dos principais temas referiu Menny Barzilay.
Há coisas interessantes no mundo da cibersegurança e muitas vezes parece-se com um filme de ficção científica feito em Hollywood. Como disse Heraclito "Nada é permanente, excepto a mudança" e a mudança é tão rápida e em ciclos tão curtos, que há objectos que existiam há 20 anos que parecem saídos da Idade da Pedra.

A mudança é feita de oportunidades e ameaças. Todas as novas tecnologias e os novos processos provocam os seus problemas, ou seja, novas oportunidades e novas ameaças, que mudam as organizações. "Estas têm de se posicionar com a mesma filosofia do jogador de hóquei sobre o gelo que, quando lhe perguntaram como se posicionava para receber o disco, respondeu que se preocupava em saber onde o disco iria estar e não onde estava. É a lógica da antecipação" conclui Menny Barzilay.

Em termos de cibersegurança "sabemos que temos um problema porque, ao longo dos anos, mais e mais empresas têm sido atacadas. É um facto" referiu o especialista israelita. Têm sido perdidas algumas batalhas como a da Sony com a Coreia do Norte em que, a propósito de um filme sobre Kim Il Sung, as bases de dados da Sony foram objecto de hackers a soldo da Coreia do Norte que tornaram públicos os salários dos actores e e-mails privados dos principais gestores e produtores de Hollywood.

Mas não foi a única vez que um país atacou uma empresa nem será a última. As empresas privadas são um dos principais alvos nestas guerras cibernéticas. "Imagine-se o Facebook e as suas bases de dados com informação. Os Estados Unidos têm imensas fontes de informação e podem atacar e usar essa informação nos seus combates. São empresas privadas detentoras de superinformação, por isso mais países atacarão empresas no futuro" salientou Menny Barzilay.


Há coisas interessantes no mundo da cibersegurança e muitas vezes parece-se com um filme de ficção científica feito em Hollywood. Como disse Heraclito "Nada é permanente, excepto a mudança" e a mudança é tão rápida e em ciclos tão curtos, que há objectos que existiam há 20 anos que parecem saídos da Idade da Pedra.
A mudança é feita de oportunidades e ameaças. Todas as novas tecnologias e os novos processos provocam os seus problemas, ou seja, novas oportunidades e novas ameaças, que mudam as organizações. "Estas têm de se posicionar com a mesma filosofia do jogador de hóquei sobre o gelo que, quando lhe perguntaram como se posicionava para receber o disco, respondeu que se preocupava em saber onde o disco iria estar e não onde estava. É a lógica da antecipação" conclui Menny Barzilay.
Em termos de cibersegurança "sabemos que temos um problema porque, ao longo dos anos, mais e mais empresas têm sido atacadas. É um facto" referiu o especialista israelita. Têm sido perdidas algumas batalhas como a da Sony com a Coreia do Norte em que, a propósito de um filme sobre Kim Il Sung, as bases de dados da Sony foram objecto de hackers a soldo da Coreia do Norte que tornaram públicos os salários dos actores e e-mails privados dos principais gestores e produtores de Hollywood.
Mas não foi a única vez que um país atacou uma empresa nem será a última. As empresas privadas são um dos principais alvos nestas guerras cibernéticas. "Imagine-se o Facebook e as suas bases de dados com informação. Os Estados Unidos têm imensas fontes de informação e podem atacar e usar essa informação nos seus combates. São empresas privadas detentoras de superinformação, por isso mais países atacarão empresas no futuro" salientou Menny Barzilay.
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