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Pedro Marques: Novo aeroporto transformou-se numa emergência

Pedro Marques: Novo aeroporto transformou-se numa emergência

Ministro do planeamento salientou que os estudos ambientais para o novo aeroporto serão concluídos até final deste ano e que a renegociação com a ANA decorrerá na primeira metade de 2018.

O ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, afirmou esta terça-feira, no debate parlamentar sobre o novo aeroporto de Lisboa que a decisão sobre a solução para o reforço da capacidade aeroportuária "deixou de ser urgente e transformou-se numa emergência".

"Compete-nos evitar estrangulamentos económicos, das empresas e da mobilidade dos cidadãos", afirmou o governante, sublinhando que o aeroporto de Lisboa atingiu em 2016 os 22,4 milhões de passageiros, "seis anos antes do previsto".

Pedro Marques reafirmou que a solução para o aumento da capacidade aeroportuária de Lisboa incluirá ainda o redesenho do espaço aéreo e a coordenação entre a parte civil e militar, garantindo que a navegação civil se adaptará às condições levantadas pela parte militar.

O ministro sublinhou ainda que a o Montijo " é a única localização que permite aproximar a infra-estrutura aeroportuária dos municípios da região de Setúbal" e que o projecto irá permitir criar 20 mil novos postos de trabalho directos e indirectos. 

Pedro Marques afirmou ainda que até final de 2017 serão concluídos os estudos ambientais e que na primeira metade de 2018 será concretizada a renegociação com a ANA.

Em 2019 terá início a construção, de forma a que em 2021 o novo aeroporto complementar esteja a funcionar.

Bruno Simão/Negócios

O ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, afirmou esta terça-feira, no debate parlamentar sobre o novo aeroporto de Lisboa que a decisão sobre a solução para o reforço da capacidade aeroportuária "deixou de ser urgente e transformou-se numa emergência".

"Compete-nos evitar estrangulamentos económicos, das empresas e da mobilidade dos cidadãos", afirmou o governante, sublinhando que o aeroporto de Lisboa atingiu em 2016 os 22,4 milhões de passageiros, "seis anos antes do previsto".

Pedro Marques reafirmou que a solução para o aumento da capacidade aeroportuária de Lisboa incluirá ainda o redesenho do espaço aéreo e a coordenação entre a parte civil e militar, garantindo que a navegação civil se adaptará às condições levantadas pela parte militar.

O ministro sublinhou ainda que a o Montijo " é a única localização que permite aproximar a infra-estrutura aeroportuária dos municípios da região de Setúbal" e que o projecto irá permitir criar 20 mil novos postos de trabalho directos e indirectos. 

Pedro Marques afirmou ainda que até final de 2017 serão concluídos os estudos ambientais e que na primeira metade de 2018 será concretizada a renegociação com a ANA.

Em 2019 terá início a construção, de forma a que em 2021 o novo aeroporto complementar esteja a funcionar.

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