www.jornaldenegocios.ptjornaldenegocios.pt - 18 jul 11:00

Países bálticos e Suíça têm a fiscalidade mais atractiva

Países bálticos e Suíça têm a fiscalidade mais atractiva

Estónia, Letónia, Nova Zelândia e Suíça são países modelo em termos de pouca regulação e baixa tributação, conclui um estudo do think tank norte-americano Tax Foundation, que coloca Portugal na cauda do ranking.

Na Estónia as empresas não pagam imposto sobre os lucros que geram e as pessoas singulares enfrentam uma taxa plana de 20%. O imposto sobre o património incide sobre o valor do solo, e os rendimentos gerados no estrangeiro estão totalmente isentos de impostos. É considerado um país modelo pelo Tax Foundation para o Foro Regulación Inteligente, duas entidades que vêm defendendo a redução do papel do Estado em matéria de tributação.

A Estónia ocupa o primeiro lugar no ranking do Índice de Regulação Fiscal elaborado pelo Tax Foundation, pelo terceiro ano consecutivo, sendo seguido pela Nova Zelândia, a Letónia, a Suíça, a Suécia, Holanda e Luxemburgo. Estes são os Estados que, entre uma lista de 35 países, oferecem as melhores combinações entre carga fiscal e simplicidade ao nível das regras fiscais.

Portugal aparece em 33º lugar, apenas ultrapassado pela Itália e pela França. Segundo o estudo do think tank norte-americano, Portugal obtém as piores classificações nas regras do IVA, do IRC e do IRS. Meno mal (com 20 pontos, numa escala de 0 a 35, sendo que, quanto maior a classificação, pior o desempenho) estão os impostos sobre a propriedade.

O trabalho analisa cinco áreas de tributação - IRC, IRS, IVA, impostos sobre o património e tratamento dado aos rendimentos do estrageiro – resultando a pontuação de uma ponderação entre a legislação e complexidade da regulamentação e os níveis de tributação. Neste caso, quanto menores, melhor pontuação se obtém no índice.

Cátia Barbosa/Negócios

Na Estónia as empresas não pagam imposto sobre os lucros que geram e as pessoas singulares enfrentam uma taxa plana de 20%. O imposto sobre o património incide sobre o valor do solo, e os rendimentos gerados no estrangeiro estão totalmente isentos de impostos. É considerado um país modelo pelo Tax Foundation para o Foro Regulación Inteligente, duas entidades que vêm defendendo a redução do papel do Estado em matéria de tributação.

A Estónia ocupa o primeiro lugar no ranking do Índice de Regulação Fiscal elaborado pelo Tax Foundation, pelo terceiro ano consecutivo, sendo seguido pela Nova Zelândia, a Letónia, a Suíça, a Suécia, Holanda e Luxemburgo. Estes são os Estados que, entre uma lista de 35 países, oferecem as melhores combinações entre carga fiscal e simplicidade ao nível das regras fiscais.

Portugal aparece em 33º lugar, apenas ultrapassado pela Itália e pela França. Segundo o estudo do think tank norte-americano, Portugal obtém as piores classificações nas regras do IVA, do IRC e do IRS. Meno mal (com 20 pontos, numa escala de 0 a 35, sendo que, quanto maior a classificação, pior o desempenho) estão os impostos sobre a propriedade.

O trabalho analisa cinco áreas de tributação - IRC, IRS, IVA, impostos sobre o património e tratamento dado aos rendimentos do estrageiro – resultando a pontuação de uma ponderação entre a legislação e complexidade da regulamentação e os níveis de tributação. Neste caso, quanto menores, melhor pontuação se obtém no índice.

1
1